Fobia Social

Imagem

Ansiedade social é o que quase todas as pessoas têm um pouco. É algum tipo de timidez em determinadas situações sociais. Por exemplo quando alguém é um pouco reservado num primeiro encontro, ou quando fica ansioso ao ter de falar na frente de um grupo de pessoas, seja num ambiente mais formal ou informal. 

 
Esses sentimentos são muito comuns, e a maioria das pessoas é capaz de lidar com esses pensamentos e sentimentos que ocorrem em algumas fases de suas vidas. Essas pessoas sabem que toda a gente os tem e simplesmente colocam de lado o receio e a ansiedade e continuam a fazer o que é mais importante nas suas vidas. No entanto, para algumas pessoas essas mesmas experiências ou situações podem ser vividas com grande mal-estar e esse mal-estar é referido como Fobia Social.
 
O núcleo da fobia social é a necessidade de ser aceito e aprovado pelos outros. São pessoas inseguras e com baixa auto-estima, tem dificuldade de se auto-afirmar diante de pessoas que representam autoridades (pais) e quando se expõem diante de pessoas, ou situações que causam muitas tensões emocionais. Ela tem dificuldade de se impor de uma maneira natural agressiva, dispondo de certa dosagem de raiva que faz parte de uma personalidade sadia e madura, quando enfrenta uma situação de estresse emocional ou diante de uma situação de perigo.
 
Porque quando enfrentamos uma situação de perigo, nosso corpo reage nos protegendo liberando uma carga de adrenalina que vai para a musculatura para que tenhamos uma reação de fuga ou luta tão necessária para nossa sobrevivência.
 
fóbico social aprendeu a negar sua agressividade natural, reprimindo sua raiva instintiva tão necessária para sua confiança interna e uma boa auto-estima.
 
Ele aprendeu a ser bonzinho, a ser um bom filho para agradar os pais, acreditando que dessa maneira seria aceito e amado por eles. Mas quando ele precisa utilizar sua força (agressividade) tão natural no ser humano, ele tem dificuldade para acessá-la, pois ela esta reprimida e muito inconsciente.
 
Portanto, ele precisa sempre agradar os outros, procurando ser aceito e aprovado. Por isso, sua auto estima é muito baixa, não tem confiança nele mesmo por não saber se defender. Então as outras pessoas ganham uma grande importância em sua vida, tal a necessidade de ser aceito e aprovado por elas, assim como era por seus pais.
 
É preciso entender que sua segurança e confiança estão fora dele, nas outras pessoas assim como estava nos seus pais. Possuindo baixa auto-estima (amor próprio baixo), isto é ele não se ama e se respeita como deveria; então ele procura esse amor (aprovação nos outros) fora dele, correndo um grande risco de ser rejeitado e desaprovado.
 
Então muitas vezes ele não se respeita, passando por cima de seus verdadeiros sentimentos, fazendo coisas que não gosta, vestindo e representando um papel de bonzinho para agradar os outros, evitando dessa forma desagradar os amigos e correndo o risco de perder suas amizades.
 
Muitas vezes quando ele não respeita seus verdadeiros sentimentos, não se impondo, dando limites aos outros, dizendo não para coisas que não gosta, ele convive com uma angustia muito forte que geralmente o leva a depressão.
 
Quando não somos autênticos e verdadeiros com nossos sentimentos, a depressão esta sempre rondando nossa vida. A depressão sempre nos mostra que estamos fugindo da nossa essência e da nossa verdade interna, que estamos desconectados de nosso coração, por medo da rejeição e de não sermos aceitos e aprovados pelos outros.
 
Em casos mais leves de fobia social, os pacientes são tomados por ansiedade excessiva quando desempenham tarefas na frente dos outros, como comer num restaurante, assinar um cheque ou outro documento qualquer, participar de uma dinâmica de grupo, de um seminário na faculdade, de uma entrevista de emprego e, principalmente, falar em público.
 
À medida que esse transtorno evolui, passa para um tipo que chamamos de generalizado e, além das situações de desempenho, a pessoa evita as que favorecem o contato interpessoal (ir a festas, ser apresentada a estranhos, iniciar uma paquera) e nas quais é indispensável perceber como está sendo sua aceitação pelo outro a fim de nortear a pauta para seu comportamento.
 
Muitas pessoas com fobia social deixaram de se formar na faculdade ou num curso de especialização porque no final seria necessária uma apresentação para a turma e isto seria intolerável. Pacientes que recusaram promoções no trabalho apesar de saberem que era competente o suficiente para a função, mesmo deixando de ganhar mais e bloqueando sua ascensão na empresa, unicamente pelo medo de terem que falar em reuniões de trabalho.
 
É preciso entender também que nosso corpo é emocional e reage conforme nossas emoções, procurando sempre nos proteger de situações perigosas. O pânico na fobia social ocorre uma tensão tão grande no plexo solar, como um aperto na barriga estrangulando-a como uma couraça (ver Reich) impedindo a descida do diafragma que representa cerca de 70% da respiração natural do nosso organismo. A respiração se torna superior peitoral cerca de 12% apenas, sendo curta e rápida provocando uma hiperventilação (ver mais detalhes), com isso o coração dispara, trabalhando mais rápido que o normal, o cérebro fica hiperventilado causando muita ansiedade e com dificuldade de discernir a realidade e os sentimentos que ocorrem no momento. Nesse momento acontece o chamado “branco” onde a pessoa esquece até o próprio nome. O cérebro entende que a pessoa esta em perigo, (como se tivesse diante de um leão), libera uma descarga grande de adrenalina para a pessoa reagir lutando ou fugindo.
 
Como a pessoa fóbica tem dificuldade de expressar sua agressividade natural, porque foi privada por seus pais, ela geralmente foge ou evita essas situações que causam grandes tensões emocionais, muitas vezes atrapalhando seu desempenho social e profissional.
 
Muitas pessoas utilizam o álcool para relaxar em ocasiões sociais, entretanto, para os pacientes com Fobia Social, a ansiedade associada com situações sociais freqüentemente resultam em dependência ao álcool. Esses pacientes utilizam o álcool para auxiliar em situações sociais que os deixam temerosos, e muitos o usam deliberadamente para aliviar os sintomas da ansiedade antecipatória.
 
Sintomas
Não há sintomas típicos de fobia social; como qualquer transtorno de ansiedade os sintomas são aqueles típicos de qualquer manifestação de ansiedade. O que caracteriza a fobia social particularmente é o desencadeamento dos sintomas sempre que a pessoa é submetida à observação externa enquanto executa uma atividade. Observa-se dentre os fóbicos tremores, sudorese, sensação de bolo na garganta, dificuldade para falar, mal estar abdominal, diarréia, tonteiras, falta de ar, vontade de sair do local onde se encontra o quanto antes. A preocupação por antecipação com as situações onde estará sob apreciação alheia, desperta a ansiedade antecipatória, fazendo com que o paciente fique vários dias antes de uma apresentação sofrendo ao imaginar-se na situação.
 
Diagnóstico para Fobia Social
  • Escrever ou assinar em público
  • Falar em público
  • Dirigir, estacionar um carro enquanto é observado.
  • Cantar ou tocar um instrumento musical
  • Comer ou beber em público
  • Ser fotografado ou filmado
  • Usar mictórios públicos (mais para homens)

Tratamento para fobia social com hipnose em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento para fobia social é com hipnose ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento para fobia social com EMDR em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Estresse pós-traumático

A característica essencial do Transtorno de Estresse Pós-Traumático é o desenvolvimento de sintomas característicos após a exposição a um extremo estressor traumático, envolvendo a experiência pessoal direta de um evento real ou ameaçador que envolve morte, sério ferimento ou outra ameaça à própria integridade física; ter testemunhado um evento que envolve morte, ferimentos ou ameaça à integridade física de outra pessoa; ou o conhecimento sobre morte violenta ou inesperada, ferimento sério ou ameaça de morte ou ferimento experimentados por um membro da família ou outra pessoa em estreita associação com o indivíduo. 

A resposta ao evento deve envolver intenso medo, impotência ou horror (em crianças, a resposta pode envolver comportamento desorganizado ou agitado). Os sintomas característicos resultantes da exposição a um trauma extremo incluem uma revivência persistente do evento traumático, esquiva persistente de estímulos associados com o trauma, embotamento da responsividade geral e sintomas persistentes de excitação aumentada. 

O quadro sintomático completo deve estar presente por mais de 1 mês e a perturbação deve causar sofrimento ou prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, ocupacional ou outras áreas importantes da vida do indivíduo. 

Os eventos traumáticos vivenciados diretamente incluem, mas não se limitam a, combate militar, agressão pessoal violenta (ataque sexual, ataque físico, assalto à mão armada, roubo), seqüestro, ser tomado como refém, ataque terrorista, tortura, encarceramento como prisioneiro de guerra ou em campo de concentração, desastres naturais ou causados pelo homem, graves acidentes automobilísticos ou receber o diagnóstico de uma doença que traz risco de vida. 

Para crianças, os eventos sexualmente traumáticos podem incluir experiências sexuais inadequadas em termos do desenvolvimento, sem violência ou danos físicos reais ou ameaçadores. Os eventos testemunhados incluem, mas não se limitam a, observar sérios ferimentos ou morte não-natural de uma outra pessoa devido a ataque violento, acidente, guerra ou desastre, ou deparar-se inesperadamente com um cadáver ou partes de corpos humanos. 

Os eventos vivenciados por outros, dos quais o indivíduo toma conhecimento, incluem, mas não se limitam a, ataque pessoal violento, sério acidente ou ferimentos graves sofridos por um membro da família ou amigo íntimo; conhecimento da morte súbita ou inesperada de um membro da família ou amigo íntimo; conhecimento de uma doença com risco de vida em um dos filhos. 

O transtorno pode ser especialmente severo ou duradouro quando o estressor é de origem humana (por ex., tortura, estupro). A probabilidade do desenvolvimento deste transtorno pode aumentar com aumento da intensidade e proximidade do estressor. 

O evento traumático pode ser revivido de várias maneiras. Geralmente, a pessoa tem recordações recorrentes e intrusivas do evento ou sonhos aflitivos recorrentes, durante os quais o evento é reencenado. 

Em casos raros, a pessoa experimenta estados dissociativos que duram de alguns segundos a várias horas, ou mesmo dias, durante os quais os componentes do evento são revividos e a pessoa comporta-se como se o vivenciasse naquele instante. 

Intenso sofrimento psicológico ou reatividade fisiológica freqüentemente ocorrem quando a pessoa é exposta a eventos ativadores que lembram ou simbolizam um aspecto do evento traumático (por ex., aniversários do evento traumático; tempo frio ou guardas uniformizados para sobreviventes de campos de extermínio em climas frios; tempo quente e úmido para veteranos de combate do Pacífico Sul; ingresso em qualquer elevador para uma mulher que foi estuprada em um elevador). 

Os estímulos associados com o trauma são persistentemente evitados. O indivíduo em geral faz esforços deliberados no sentido de evitar pensamentos, sentimentos ou conversas sobre o evento traumático e de evitar atividades, situações e pessoas que provoquem recordações do evento. Esta esquiva de lembretes pode incluir amnésia para um aspecto importante do evento traumático. 

Uma responsividade diminuída ao mundo externo, conhecida como “torpor psíquico” ou “anestesia emocional”, geralmente começa logo após o evento traumático. O indivíduo pode queixar-se de acentuada diminuição do interesse ou da participação em atividades anteriormente prazerozas, de se sentir deslocado ou afastado de outras pessoas, ou de ter uma capacidade acentuadamente reduzida de sentir emoções (especialmente aquelas associadas com intimidade, ternura e sexualidade). 

O indivíduo pode ter um sentimento de futuro abreviado (por ex., não espera ter uma carreira, casamento, filhos ou um tempo normal de vida. O indivíduo tem sintomas persistentes de ansiedade ou maior excitação que não estavam presentes antes do trauma. Estes sintomas podem incluir dificuldades em conciliar ou manter o sono, possivelmente devido a pesadelos recorrentes durante os quais o evento traumático é revivido, hipervigilância e resposta de sobressalto exagerada. Alguns indivíduos podem relatar irritabilidade ou ataques de raiva ou dificuldades em concentrar-se ou completar tarefas. 

Características e Transtornos Associados 
Características descritivas e transtornos mentais associados. Os indivíduos com Transtorno de Estresse Pós-Traumático podem descrever sentimentos de culpa por terem sobrevivido quando outros morreram ou pelas coisas que tiveram de fazer para sobreviverem. 

A esquiva fóbica de situações ou atividades que lembram ou simbolizam o trauma original pode interferir nos relacionamentos interpessoais e acarretar conflito conjugal, divórcio ou perda do emprego. A seguinte constelação de sintomas associados pode ocorrer, sendo vista com maior freqüência em associação com um estressor interpessoal (por ex., abuso físico ou sexual na infância, espancamento doméstico, ser tomado como refém, encarceramento como prisioneiro de guerra ou em campo de concentração, tortura): prejuízo na modulação do afeto; comportamento autodestrutivo e impulsivo; sintomas dissociativos; queixas somáticas; sensações de inutilidade, vergonha, desespero ou desamparo; sensação de dano permanente; perda de crenças anteriormente mantidas; hostilidade; retraimento social; sensação de constante ameaça; prejuízo no relacionamento com outros; ou uma mudança nas características anteriores de personalidade do indivíduo. 

Características Específicas à Cultura e à Idade 
Os indivíduos que emigraram recentemente de áreas de considerável convulsão social e conflito civil podem ter índices elevados de Transtorno de Estresse Pós-Traumático. Essas pessoas podem sentir-se especialmente relutantes em divulgar experiências de tortura e trauma, devido à sua situação vulnerável como exilados políticos. 

Avaliações específicas de experiências traumáticas e sintomas concomitantes são necessárias para esses indivíduos. 

Em crianças mais jovens, os sonhos aflitivos com o evento podem, em algumas semanas, mudar para pesadelos generalizados com monstros, com o salvamento de outros ou com ameaças a si mesmas ou a outros. As crianças pequenas em geral não têm o sentimento de estarem revivendo o passado; ao invés disso, a revivência do trauma pode ocorrer através de jogos repetitivos (por ex., uma criança que esteve envolvida em um sério acidente automobilístico reencena repetidamente colisões automobilísticas com carrinhos de brinquedo). 

Em vista da dificuldade de uma criança em relatar diminuição no interesse por atividades significativas e limitação do afeto, esses sintomas devem ser atentamente avaliados mediante relatos feitos pelos pais, professores e outros observadores. Em crianças, o sentimento de um futuro abreviado pode ser evidenciado pela crença de que a vida será demasiado curta para incluir a chegada à idade adulta. 

Pode também haver um “presságio catastrófico”, isto é, a crença em uma capacidade de prever eventos futuros indesejados. As crianças também podem apresentar vários sintomas físicos, tais como dores abdominais ou de cabeça. 

Prevalência 
Estudos comunitários revelam uma prevalência durante a vida do Transtorno de Estresse Pós-Traumático variando de 1 a 14%, estando a variabilidade relacionada aos métodos de determinação e à população amostrada. Estudos de indivíduos de risco (por ex., veteranos de guerra, vítimas de erupções vulcânicas ou violência criminal) cederam taxas de prevalência variando de 3 a 58%. 

Curso 
O Transtorno de Estresse Pós-Traumático pode ocorrer em qualquer idade, incluindo a infância. Os sintomas em geral iniciam nos primeiros 3 meses após o trauma, embora possa haver um lapso de meses ou mesmo anos antes do seu aparecimento. Freqüentemente, a perturbação inicialmente satisfaz os critérios para Transtorno de Estresse Agudo imediatamente após o trauma. 

Os sintomas do transtorno e o relativo predomínio da reexperiência, esquiva e sintomas de hiperexcitação podem variar com o tempo. A duração dos sintomas varia, ocorrendo recuperação completa dentro de 3 meses em aproximadamente metade dos casos, com muitos outros apresentando sintomas persistentes por mais de 12 meses após o trauma. 

A gravidade, duração e proximidade da exposição de um indivíduo ao evento traumático são os fatores mais importantes afetando a probabilidade de desenvolvimento deste transtorno. Existem algumas evidências de que os suportes sociais, história familiar, experiências da infância, variáveis da personalidade e transtornos mentais preexistentes podem influenciar o desenvolvimento do Transtorno de Estresse Pós-Traumático. Este transtorno pode desenvolver-se em indivíduos sem quaisquer condições predisponentes, em particular se o estressor for especialmente extremo. 

Critérios Diagnósticos: Transtorno de Estresse Pós-Traumático 
A. Exposição a um evento traumático no qual os seguintes quesitos estiveram presentes: 
(1) a pessoa vivenciou, testemunhou ou foi confrontada com um ou mais eventos que envolveram morte ou grave ferimento, reais ou ameaçados, ou uma ameaça à integridade física, própria ou de outros; 
(2) a resposta da pessoa envolveu intenso medo, impotência ou horror. 
Nota: Em crianças, isto pode ser expressado por um comportamento desorganizado ou agitado 
B. O evento traumático é persistentemente revivido em uma (ou mais) das seguintes maneiras: 
(1) recordações aflitivas, recorrentes e intrusivas do evento, incluindo imagens, pensamentos ou percepções. 
Nota: Em crianças pequenas, podem ocorrer jogos repetitivos, com expressão de temas ou aspectos do trauma; 
(2) sonhos aflitivos e recorrentes com o evento. 
Nota: Em crianças podem ocorrer sonhos amedrontadores sem um conteúdo identificável; 
(3) agir ou sentir como se o evento traumático estivesse ocorrendo novamente (inclui um sentimento de revivência da experiência, ilusões, alucinações e episódios de flashbacks dissociativos, inclusive aqueles que ocorrem ao despertar ou quando intoxicado). 
Nota: Em crianças pequenas pode ocorrer reencenação específica do trauma; 
(4) sofrimento psicológico intenso quando da exposição a indícios internos ou externos que simbolizam ou lembram algum aspecto do evento traumático; 
(5) reatividade fisiológica na exposição a indícios internos ou externos que simbolizam ou lembram algum aspecto do evento traumático. 
C. Esquiva persistente de estímulos associados com o trauma e entorpecimento da responsividade geral (não presente antes do trauma), indicados por três (ou mais) dos seguintes quesitos: 
(1) esforços no sentido de evitar pensamentos, sentimentos ou conversas associadas com o trauma; 
(2) esforços no sentido de evitar atividades, locais ou pessoas que ativem recordações do trauma; 
(3) incapacidade de recordar algum aspecto importante do trauma; 
(4) redução acentuada do interesse ou da participação em atividades significativas; 
(5) sensação de distanciamento ou afastamento em relação a outras pessoas; 
(6) faixa de afeto restrita (por ex., incapacidade de ter sentimentos de carinho); 
(7) sentimento de um futuro abreviado (por ex., não espera ter uma carreira profissional, casamento, filhos ou um período normal de vida). 
D. Sintomas persistentes de excitabilidade aumentada (não presentes antes do trauma), indicados por dois (ou mais) dos seguintes quesitos: 
(1) dificuldade em conciliar ou manter o sono 
(2) irritabilidade ou surtos de raiva 
(3) dificuldade em concentrar-se 
(4) hipervigilância 
(5) resposta de sobressalto exagerada. 
E. A duração da perturbação (sintomas dos Critérios B, C e D) é superior a 1 mês. 
F. A perturbação causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.

Fonte: DSM.IV

Tratamento para transtorno de estresse pós-traumático com hipnose em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento para transtorno de estresse pós-traumático com hipnose ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento para transtorno de estresse pós-traumático com EMDR em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Ejaculação precoce

A característica essencial da Ejaculação Precoce é o início persistente ou recorrente de orgasmo e ejaculação com estimulação mínima antes, durante ou logo após a penetração e antes que o indivíduo o deseje (Critério A). 

O clínico deve levar em consideração fatores que afetam a duração da fase de excitação, tais como idade, novidade da parceira sexual ou situação e freqüência recente da atividade sexual. A maioria dos homens com este transtorno consegue retardar o orgasmo durante a automasturbação por um tempo consideravelmente maior do que durante o coito. 

As estimativas dos parceiros quanto ao tempo transcorrido desde o início da atividade sexual até a ejaculação, bem como sobre o fato de a Ejaculação Precoce ser ou não um problema, podem apresentar grande disparidade. 

A perturbação deve causar acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal (Critério B). A Ejaculação Precoce não se deve exclusivamente aos efeitos diretos de uma substância (por ex., abstinência de opióides) (Critério C).

Fonte: DSM.IV
Tratamento de ejaculação precoce com hipnose Ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272
Tratamento de ejaculação precoce com hipnose em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Disfunções sexuais

Tratamento de disfunções sexuais em Campinas

Uma Disfunção Sexual caracteriza-se por uma perturbação nos processos que caracterizam o ciclo de resposta sexual ou por dor associada com o intercurso sexual. O ciclo de resposta sexual pode ser dividido nas seguintes fases:

1. Desejo: Esta fase consiste de fantasias acerca da atividade sexual e desejo de ter atividade sexual.

2. Excitação: Esta fase consiste de um sentimento subjetivo de prazer sexual e alterações fisiológicas concomitantes. As principais alterações no homem consistem de tumescência e ereção peniana. 

As principais alterações na mulher consistem de vasocongestão pélvica, lubrificação e expansão vaginal e turgescência da genitália externa.

3. Orgasmo: Esta fase consiste de um clímax do prazer sexual, com liberação da tensão sexual e contração rítmica dos músculos do períneo e órgãos reprodutores. 

No homem, existe uma sensação de inevitabilidade ejaculatória, seguida de ejaculação de sêmen. Na mulher, ocorrem contrações (nem sempre experimentados subjetivamente como tais) da parede do terço inferior da vagina. Em ambos os gêneros, o esfíncter anal contrai-se ritmicamente.

4. Resolução: Esta fase consiste de uma sensação de relaxamento muscular e bem-estar geral. Durante esta fase, os homens são fisiologicamente refratários a outra ereção e orgasmo por um período variável de tempo. 

Em contrapartida, as mulheres podem ser capazes de responder a uma estimulação adicional quase que imediatamente.

Os transtornos da resposta sexual podem ocorrer em uma ou mais dessas fases. Sempre que mais de uma Disfunção Sexual estiver presente, todas são registradas. Os conjuntos de critérios não fazem qualquer tentativa de especificar uma freqüência mínima ou faixa de contextos, atividades ou tipos de encontros sexuais nos quais a disfunção deve ocorrer. 

Este julgamento deve ser feito pelo clínico, levando em consideração fatores tais como a idade e experiência do indivíduo, freqüência e cronicidade do sintoma, sofrimento subjetivo e efeito sobre outras áreas do funcionamento. 

As palavras “persistente ou recorrente” nos critérios de diagnóstico indicam a necessidade deste julgamento clínico. Se a estimulação sexual é inadequada em foco, intensidade ou duração, não é feito o diagnóstico de Disfunção Sexual envolvendo excitação ou orgasmo.

Fonte: DSM.IV
 
Tratamento de disfunções sexuais com hipnose em Campinas- 19 999229272
Tratamento de disfunções sexuais com hipnose Ericksoniana em Campinas- 19 999229272

A hipnose no tratamento da dor em Campinas

Image

Por hipnose compreenda-se o nome dado a uma ou mais formas específicas de pensar, assim como suas conseqüências, sendo estas induzidas pelo indivíduo (auto-hipnose) ou pelo hipnoterapeuta. 

Dor é toda e qualquer sensação desagradável, seja sob ou sobre a pele. Geralmente quando se fala em dor, especifica-se sensações desagradáveis geradas por fatos que ocorram na pele (como uma queimadura ou corte) e/ou sob a pele (como gastrite, enxaqueca, dor de cabeça, efeitos possíveis do câncer e outros). 

As duas formas mais usadas de trabalhar com dor na hipnose, são através da anestesia ou analgesia, ambas, no caso, de origem psíquica. Elas podem ser usadas em conjunto com anestésicos ou analgésicos comuns, diminuindo a necessidade de um e/ou outro; embora também possa ser utilizada independente. 

Anestesia aqui, pode ser compreendida como a não-sensação de algo, no caso, ambas possíveis de serem produzidas com origem no pensar, sendo no caso chamadas de hipnose. Algumas pessoas terão mais facilidade em desenvolver estes fenômenos em maior intensidade, lembrando, porém, que há a possibilidade de desenvolver estas capacidades. 

As duas formas básicas de desenvolvimento da analgesia ou anestesia, no pré, durante ou pós-operatório, são: de forma direta, onde é pedido que a pessoa não sinta (anestesia) ou sinta diferentemente (analgesia); ou onde é proposto de forma cujo resultado é um ou outro, levando a pessoa a pensar de maneira intensa que está numa praia (distração que provocar anestesia), ou numa banheira agradavelmente quente (alterando a fisiologia de maneira a provocar analgesia). Sendo estas duas formas simples (em comparação com outras) de trabalhar com dor, seja crônica ou aguda. Sendo estas duas possibilidades bastante úteis para médicos, dentistas e psicólogos que queiram trabalhar com pacientes com esses problemas. 

Texto de Bayard Galvão

Tratamento para dor com Hipnose Ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento para dor com hipnose em Campinas-Milena Ferreira 19 999229272

Bruxismo ( ranger de dentes)

bruxismo

 

O bruxismo é caracterizado pelo ranger de dentes. São movimentos involuntários que, geralmente ocorrem durante o sono, provocando desgaste, podendo, até mesmo, quebrar o dente.

As causas do bruxismo podem ser físicas ou, em maior parte, emocionais. Estas tensões que causam o ranger de dentes, podem estar associadas a sentimentos de ansiedade, raiva, medo, etc.

Com o uso da hipnose o paciente pode tratar as causas das tensões, aprendendo a ter uma melhor qualidade de vida e a expressar suas emoções de maneira mais saudável.

Hipnose Ericksoniana em Campinas – Milena Ferreira 999229272

PNL em Campinas

EMDR em Campinas

Psicologia em Campinas

Hipnose em Campinas

Autoestima

autoestima

 

Autoestima significa entre outras definições, como a pessoa vê a si mesma, como avalia sua imagem por fora e por dentro, se é feliz ou triste, feia ou bonita,capaz ou incapaz, se tem mais sucessos ou insucessos, etc.

A baixa autoestima está baseada em uma série de vivências e crenças negativas a respeito de si e do mundo.

Quanto melhor a autoestima, mais a pessoa sentirá segurança para viver sua vida, tomar suas próprias decisões e alcançar suas metas, tornando-se mais livre, feliz e realizada.

A hipnose e a PNL ajudam o indivíduo a modificar algumas crenças e ressignificar alguma vivências de seu passado para que, assim, ele possa se sentir bem e prosseguir sua vida mais feliz e integrado.

Hipnose Ericksoniana em Campinas 19 999229272.

EMDR em Campinas

PNL em Campinas

Hipnose em Campinas

Psicologia em Campinas

 

 

Alcançando metas com Coaching e PNL

metas1

Mais um ano vai chegando ao fim e você pensa naqueles sonhos que sempre são temas de resoluções de fim de ano, mas que se tornaram, mais uma vez, arquivados. O que você tem feito para transformar seus sonhos em verdadeiras metas?

Com a ajuda do coaching de vida e da PNL é possível desenvolver e alcançar metas e objetivos levando a pessoa a uma realização de seus planos e sonhos.

As pessoas geralmente cometem alguns erros ao formularem suas metas, como quando constroem a meta numa linguagem negativa, por exemplo:” Não quero paralisar toda vez que for apresentar um trabalho em público”. Na verdade, toda vez que você formula alguma frase, você faz uma imagem do que está dizendo a si mesmo. Observe que, se eu pedir para você não pensar na estátua da liberdade, o que acontece? Provavelmente você pensou primeiro na estátua, para depois fazer algum esforço em desviar este pensamento, não é mesmo? Nossa mente não sabe muito bem diferenciar a imaginação de uma experiência da experiência vivida propriamente dita, é como se você estivesse se condicionando a obter o resultado que você pensa, pensando negativamente, ou positivamente. Por isto a meta deve ser sempre positiva. Por exemplo: Quero ficar mais calmo ao apresentar meus trabalhos em público.

Os objetivos devem ser apenas da pessoa que está criando e não para filhos, pais, parceiros ou parentes. Jamais formule uma meta para seu parceiro ser mais dedicado, seu filho passar no vestibular, etc.

Em outras palavras:

-Formule a meta de acordo com o que você quer e não com o que não quer.

-Imagine-se atingindo esta meta, como vai se sentir neste momento.

-Seja específico em relação à meta, formulando o que você deseja alcançar e em quanto tempo.

-A meta deve ser só sua, iniciada por você e deve depender apenas de você para chegar ao fim.

-Perceba se sua meta é ecológica, ou seja, se ela de fato é algo que você quer por razões só suas, como ela atinge você e as demais pessoas que o cercam, pois, a meta deve estar em harmonia com você.

Algumas vezes, aspectos inconscientes nos atrapalham no caminho para chegarmos até a meta. Se você deseja alcançar mais objetivos, crescer de modo saudável e obter mais realização pessoal, procure um psicólogo e coach de vida para ajudá-lo a superar as dificuldades que o impedem de obter novas conquistas neste momento de vida.

Coaching em Campinas – 999229272

PNL em Campinas

Hipnose Ericksoniana em Campinas

EMDR em Campinas

Psicologia em Campinas

Hipnose em Campinas

PNL

propaganda2

O que é PNL? Definida como uma das mais modernas ferramentas de comunicação humana e partindo do princípio de que é impossível não se comunicar, a PNL vem ganhando o seu merecido reconhecimento no mundo dos negócios, terapia, coaching, assessoria, etc. Imagine que para qualquer comportamento que o ser humano adote exista uma estrutura que o conduz a um resultado, que pode ser insatisfatório ou satisfatório, inadequado ou adequado, a PNL estuda justamente essa estrutura e como ela é adotada de forma que quando se tem conhecimento da estrutura utilizada é possível alterá-la para que um resultado adequado seja obtido, por exemplo, se você descobrir qual é a estrutura que você utiliza para ficar triste você pode adotar outra ou intervir em algum ponto e alterá-la para que o seu resultado seja a felicidade plena. O mesmo conceito se aplica no contexto corporativo e seus resultados. É como se fosse o manual de instruções do seu cérebro e o mapa para uma vida plena em oportunidades e relacionamentos mais saudáveis, uma vez que os ruídos de comunicação e as estruturas inadequadas poderão simplesmente deixar de existir.

PNl em Campinas-Milena Ferreira 19 999229272

Hipnose Ericksoniana em Campinas

EMDR em Campinas

Psicologia em Campinas

Hipnose em Campinas

Anorexia nervosa

anorexia

A anorexia nervosa, também simplesmente conhecida como anorexia, é um transtorno alimentar que provoca no indivíduo tanto medo de ganhar peso e/ou gordura corporal que ele(a) limitará severamente a quantidade de comida que ingere. Por vezes, os anoréxicos também fazem exercício em excesso, numa tentativa de queimar as calorias que ingeriram, para não ganharem peso extra. Mesmo quando se desgastam fisicamente, e os outros os acham doentiamente magros, os anoréxicos ainda acham que os seus corpos são muito pesados e continuam a comer tão pouco quanto possível. Infelizmente, sem nutrientes suficientes para os alimentar, os órgãos internos de um anoréxico podem falhar, podendo daí resultar a morte.

Sinais de Anorexia

Raramente um anoréxico reconhece o seu transtorno alimentar e procura ajuda, portanto cabe muitas vezes a familiares e amigos que suspeitam de anorexia nervosa procurar ajuda de profissionais. Muitos dos sinais que indicam anorexia incluem:

 Contagem obsessiva de calorias;

● Saltar refeições;

● Brincar com a comida no prato em vez de comer;

● Esconder comida (num guardanapo, debaixo de uma travessa, etc.) para evitar comê-la;

● Mentir quanto a já ter comido, numa tentativa de evitar uma refeição;

● Ingerir apenas um determinado tipo de comida;

● Fazer exercício em excesso, particularmente depois de uma refeição, ou “para abrir o apetite”;

● Perda dramática de peso;

● Excessivo interesse em questões relacionadas com peso, imagem corporal e jejum;

● Vestir (para esconder o corpo) roupa larga ou disforme;

● Baixos níveis de energia;

● Doenças frequentes;

● Sono excessivo;

● Reduzido ou inexistente apetite sexual.

Tratamento para Anorexia Nervosa com hipnose Ericksoniana em Campinas 19 999229272

PNl em Campinas

EMDR em Campinas

Psicologia em Campinas

Hipnose em Campinas