A hipnose e o sistema imunológico

A hipnose e o sistema imunológico

Parece coisa de outro mundo, não é mesmo?

A hipnose por si só já é um tema que gera bastante polêmica e carrega uma série de mitos que todo hipnoterapeuta, no início de sua consulta, precisa esclarecer em detalhes para o seu cliente.

Mas será que existe alguma correlação entre sistema imunológico e hipnose? Poderia a hipnose impactar tanto assim a nossa fisiologia?

A resposta é sim , elas estão relacionadas e podem trazer muitos benefícios para você, inclusive, melhorar sua saúde física. Para tanto, vamos sair dos achismos, aprofundar um pouco mais o tema e mostrar as evidências disso

Percebeu-se que o sistema imunológico não trabalha de forma autônoma como se supunha na época do biologismo materialista, compreendeu-se que, os estressores psicossociais diminuem a eficiência do sistema imunológico, o que leva ao aumento de risco a uma doença.

Tudo nasce na mente

A equação básica do sintoma é bem simples: pensamento gera sentimento, sentimento gera comportamento, comportamento impacta na sua vida como um todo; ou seja, tudo nasce na mente. O maior impacto no sistema imunológico está, sem sombra de dúvida, nos fatores estressores (sejam eles internos ou externos) e como lidamos emocionalmente com eles.

O stress não é um vilão, embora muitas pessoas pensem assim, é graças a ele e à nossa capacidade adaptativa que foi possível evoluirmos e nos perpetuarmos enquanto espécie humana. Estudos de Hans Selye (1964) mostram três fases principais em como o organismo lida com os fatores estressores:

Fase 1 – Alarme: o corpo reconhece o estressor e ativa o sistema neuro endócrino. As glândulas adrenais começam a produzir e a liberar hormônios do stress (adrenalina, noradrenalina e cortisol). A função dessa resposta fisiológica é preparar o organismo para ação, que pode ser de luta ou fuga ao stress.

Fase 2 – Adaptação: o organismo repara os danos causados pela reação de alarme, reduzindo os níveis hormonais.

Fase 3 – Exaustão: se o efeito se prolonga, pode provocar o surgimento de uma doença associada à condição estressante.

Estudos  mostraram ainda que doenças como hipertensão, dermatites, diabetes do tipo 2, doenças autoimunes, gastroentereológicas, dentre outras, se agravam significativamente em pacientes acometidos de problemas emocionais como a depressão e a ansiedade.

Um estudo realizado na universidade de Harvard, testou a eficácia em uma ampla gama de distúrbios, incluindo dor, hipertensão arterial e asma.  O resultado foi impressionante: cerca de 30 a 40% dos pacientes obtiveram alívio pelo uso de placebo (Amaral e Sabbatini, 1999).

Os impactos que isso causa

De modo geral, podemos dizer que nosso organismo está muito bem adaptado para lidar com o stress, desde que ele não perdure por muito tempo ou ocorra com muita frequência. Quanto menos eficientes forem os mecanismos mentais e cognitivos do indivíduo para sentir, falar e agir, mais o sistema corporal (somático) será utilizado para expressar emoções dessas diferentes formas, que podem ser prejudiciais a longo prazo.

A atitude mais “adequada” (se é que podemos chamar assim) para lidar com a situação estressante seria a de encará-la de maneira objetiva e consciente, usando mecanismos como a discussão, reflexão, elaboração e superação.

No entanto, nem sempre essa atitude é possível, neste sentido nascem os problemas pois usamos de outros mecanismos para administrar o impacto negativo que a situação nos causa: forma mental (fantasiar, negar, racionalizar demais), forma emocional (deprimir-se, agredir, culpar os outros, ou culpar-se, chorar, gritar) e formas disruptivas (isolar-se, drogar-se, autoagredir-se, comportamentos compulsivos como comer demais, beber demais, trabalhar demais, etc.).

Onde a hipnose entra nisso tudo

Primeiramente, é importante reforçar que a hipnose é um estado natural da mente, fomos biologicamente programados para entrar em transe, trata-se de um momento no qual a mente está focada numa atividade específica.

Seja na hipnoterapia clínica com o auxílio de um hipnoterapeuta qualificado ou com auto-hipnose individual, o estado de transe pode ocorrer de forma espontânea ou induzida.

Dependendo da habilidade e estímulo, podemos atingir diferentes níveis em termos de profundidade, que variam do transe mais leve (similar ao que atingimos quando estamos absortos numa leitura, por exemplo), transes medianos como no estado de sonambulismo até os mais profundos, como o famoso “estado de Esdaile”.

Fisiologicamente falando, o estado de transe desencadeia uma série impactos positivos no corpo: diminuição da pressão arterial, frequência cardíaca, relaxamento muscular, inibição de neurotransmissores do stress como o cortisol, adrenalina e noradrenalina, estimulação de outros neurotransmissores que desencadeiam a sensação de bem estar como a serotonina por exemplo.

Além disso, o estado de transe permite “escapar” dos padrões de comportamento e respostas condicionadas previamente aprendidas, permitindo a formulação de novas maneiras de perceber o eu e o mundo. É possível criar novas redes neurais e novas sinapses, modificando uma resposta negativa a um estímulo, para reações mais saudáveis e positivas.

Afinal, os estudos de hipnose e neuroplasticidade já mostraram por A+ B os inúmeros resultados que a prática traz tanto para questões de ordem emocional e até mesmo questões de ordem física.

Sistema imunológico e hipnose: como usar na prática?

Em se tratando da hipnose, a melhor maneira parar lidar com as questões emocionais que impactam no seu sistema imunológico é através da hipnoterapia. Um bom profissional será capaz de identificar os gatilhos, auxiliar nas ressignificações e principalmente, no trabalho psicoeducativo para que nunca mais você precise estar à mercê de padrões negativos em sua vida.

Contudo, especialmente agora que estamos em período de isolamento social, isso pode trazer um desafio maior. Por isso uma das ferramentas da qual você pode se beneficiar neste momento é prática da auto-hipnose.  Mas atenção, existe muito material disponível por aí na internet que não traz orientações adequadas para um bom resultado. Por isso é importante que busque fontes confiáveis que te ajudarão no processo.

A auto hipnose é simples e assim como qualquer outra prática, melhora com o tempo e frequência com que você pratica. Algumas dicas podem ajudar:

  • Procure um lugar calmo e tranquilo onde você não seja incomodado ou interrompido.
  • Faça um script das principais sugestões e “comandos” que você quer dar para o seu cérebro.
  • Nesse script use uma linguagem simples com frases afirmativas, no tempo presente e descarte o uso do “não” e seus derivados. Ex: “não me sinto ansioso”.
  • Grave um áudio com sugestões de relaxamento físico que irão induzi-lo ao nível de transe (veja um tempo que seja bom pra você). Na sequência grave o script de sugestões feitas e depois termine o áudio com frases positivas do tipo “vou abrir os olhos me sentindo muito bem”. Você pode até colocar uma música de fundo que você goste.
  • Pratique sem moderação! Nunca vi alguém ter overdose de auto hipnose.

Mas não é só isso…

Agora você já entendeu quanto nossas emoções, percepções e comportamentos impactam diretamente na nossa saúde mental e física e os benefícios incríveis que a hipnose pode trazer.

É evidente que não podemos simplificar e generalizar dizendo que todos os males que acometem o ser humano são de ordem emocional, da mesma maneira que não podemos vê-los apenas do ponto de vista fisiológico, sem considerar a complexidade que é o ser humano.

Por isso é importante que você se cuide em TODOS os sentidos: alimentação saudável, exercícios físicos, dormir bem, ter atividades prazerosas, cuidar da sua espiritualidade e do seu corpo. Essa, sim, é a melhor receita para ajudar o seu sistema imunológico no desafio de defender a sua parte física.

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Texto: Sabrina Amaral

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Hipnose é mágica?

Hipnose é mágica?

É muito comum quando me apresento como Hipnoterapeuta Clínica, as pessoas me olharem como se eu fosse o Patrick Jane da série The Mentalist.  Nesta série, o personagem coloca qualquer pessoa, em qualquer situação, em hipnose. De forma instantânea, como se fosse mágica.  A partir daí ele articula, manipula, modela, tudo pra ajudar nas investigações criminais, auxiliando a polícia de Los Angeles como consultor.

É por conta desta e outras obras hollywoodianas que muita gente pensa que a hipnose é algo místico, quântico, surreal, de outro mundo… quase como se o hipnoterapeuta tivesse um poder X-Men de hackear a mente da pessoa e manipulá-la a seu bel prazer.

Isso acontece por que muita gente ainda confunde a divertidíssima Hipnose de Palco com a transformadora Hipnoterapia Clínica. Mas venho esclarecer que não é bem assim! A hipnoterapia é sim muito poderosa, mas não funciona como mágica.

Para você que tem um pé atrás com a hipnose…

Já aconteceu com você, de estar tão compenetrado numa leitura, a tal ponto que alguém te chamou e você não escutou? Ou então quando você estava distraído rolando a tela do celular nas redes sociais e perdeu o metrô?  E aquela vez que você foi procurar a chave na gaveta, não encontrou e, como mágica, sua mãe foi lá procurar e encontrou na mesma hora?

Pois é, tudo isso são sinais claros de transe hipnótico. Exemplos mais simples são os estados meditativos e de oração, quando você “desliga” a mente para o que está acontecendo ao seu redor e foca numa única coisa. Entendeu agora por que a hipnose é um estado natural da mente?

A grande sacada da hipnoterapia clínica é a de usar esse estado alterado de consciência para ajudar a resolver problemas sérios como depressãoansiedade, vícios, compulsão alimentar, dentre outros.

Hipnose no SUS

A hipnose é um tratamento terapêutico sério e, recentemente, foi incluído nas práticas integrativas do SUS. Isso significa que cada vez mais a ciência reconhece o valor desta ferramenta incrível que trabalha para transformar vidas. Muitos Órgãos Federais, inclusive, já oficializaram a prática da hipnose na atuação clínica como: Conselho de Odontologia, Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Psicologia e Medicina.

Quando uma pessoa está em transe, ela se encontra em um estado alterado de consciência, tendo mais acesso a memória de longo prazo, a emoções vívidas e pode ser usada para alterar o comportamento e programações mentais.

Por isso, o tratamento é realizado tanto para questões físicas como enxaqueca, fibromialgia, dermatite atópica, disfunções sexuais e gagueira, como em questões emocionais como fobias, vícios e problemas de autoestima. É uma forma cooperativa, em que o paciente responde as sugestões do hipnotizador e, para que este processo aconteça, tem de haver a confiabilidade e a permissão do paciente.

O que acontece numa sessão de hipnoterapia clínica?

Essa é uma questão que gera dúvida em muitas pessoas.  Primeiramente o hipnoterapeuta fará uma sessão de avaliação para investigar as queixas do cliente, histórico familiar, quadro de saúde, rotina e demais informações que podem ser relevantes ao processo. Depois disso, é feita uma indução (geralmente por relaxamento) para chegar ao estado de transe. O profissional conduz o paciente a níveis mais ou menos profundos, dependendo da técnica a ser utilizada.

A duração da sessão pode variar bastante, já tive atendimentos de 40 minutos e outros de 4 horas. Isso porque, cada ser humano é único e nunca sabemos ao certo o que vamos encontrar ao abrir “a caixa preta” do avião, sem mencionar a diferença dos protocolos e ferramentas que podem ser aplicados para cada situação.

Por fim, são trabalhadas muitas sugestões que vão reforçar as programações mentais que foram abordadas ao longo da sessão. O resultado é uma sensação de libertação e leveza que abrem novas possibilidades para o cliente ter uma vida mais plena e feliz.

Nada de mágica, mas os resultados são fantásticos!

Não é mágica, é ciência! A questão é muito lógica e simples: se a mente criou, a mente é capaz de curar. Simples assim!

Nosso cérebro é uma máquina perfeita e todos sabemos que ainda estamos longe de usar todo o potencial que nossa mente tem.  Na hipnoterapia, usamos o potencial inexplorado da mente para promover caminhos para o paciente viabilizar sua auto cura.

O cérebro é capaz de produzir sentimentos de ansiedade e stress através de neurotransmissores como a noradrenalina, cortisol, epinefrina; apenas de imaginar uma situação desconfortável já vivida anteriormente, ou mesmo, que pode nem vir a acontecer.

Partindo deste mesmo princípio, também somos capazes de assumir o controle dos pensamentos e de acalmar os ânimos, através da produção de neurotransmissores do bem estar e felicidade, como a serotonina e outros menos conhecidos como dopamina, oxitocina, endorfina e por aí vai.

Muitos já sabem o quão fantástico são os resultados obtidos em um trabalho terapêutico utilizando técnicas de hipnose.  Os resultado costumam ser bem mais rápidos se comparados a outras terapias de escolas mais tradicionais como a psicoterapia, e isso não se trata de um milagre, mas sim de uma técnica que ajuda as pessoas a usar todo o potencial que sua mente possui para transformar positivamente sua vida.

Um universo a ser desvendado…

Ainda estamos engatinhando nas descobertas científicas do quanto a nossa mente é poderosa e o quanto a hipnose pode trabalhar para acessar essa potencialidade.  O Brasil ainda está engatinhando em relação aos outros países.

O psiquiatra Dr David Spiegel M.D., Presidente Associado de Psiquiatria da Universidade de Stanford, tem feito vários estudos inovadores na psiconeuroendocrinologia e oncologia, especialmente no trabalho junto à mulheres com câncer de mama metastático.

Vale a pena citar também a pesquisa científica do médico alemão Michael Schaefer com o chamado “placebo aberto”, ou “placebo honesto”, no controle da ansiedade com estudantes universitários.  O resultado mostrou que o placebo (que nada mais é do que uma forma de hipnose por sugestão) pode ser tão eficaz em tratamentos, quanto as próprias medicações em si.

Por fim, existem outros trabalhos publicados na Nature Reviews Neuroscience sobre o uso da hipnose para o tratamento e controle da dor crônica. Os estudos conduzidos por David A Oakley e Peter W Halligan, usaram sugestões hipnóticas para manipular a consciência subjetiva em laboratório e fornecer informações sobre os mecanismos cerebrais envolvidos na percepção e controle da dor.  Com isso, estamos cada vez mais próximos de entender como o ser humano modula a dor e quais os mecanismos no cérebro para trabalhar a amenização dos sintomas sem a necessidade de drogas.

Viu só?

Não tem mágica ou ocultismo, mas os resultados da hipnose são realmente transformadores!

Texto de Sabrina Amaral

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Você tem medo de ser hipnotizada?

Você tem medo de ser hipnotizada?

É normal ter medo do desconhecido, na nossa cultura estamos adaptados a falar mal de algumas coisas que não conhecemos, mas o correto é buscar ajuda através de fontes confiáveis para que possa quebrar esse mito de determinadas coisas não funcionam sendo que a passoa nem testou e muito menos tem conhecimento para falar sobre.
Já ouvi vários comentários sobre a hipnose, de que ela não é uma técnica eficaz, que não tem comprovação científica, que apaga a memória das pessoas, que deixa o paciente inconsciente. E eu garanto que a hipnose é uma técnica bastante eficaz, traz muitos resultados e eu vou te explicar o porquê!

Quando você ler um livro, assiste um bom filme e se empolga no enredo e entra naquele estado que se alguém falar com você muitas nem percebe é como se tudo ao seu redor estivesse bloqueado. A hipnose é um estado focado e relaxado, no qual vamos observar algumas experiências, porém num momento da vida em que o indivíduo tem mais recursos que a época que viveu os traumas e vamos tratar estas vivencias.

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Qual a diferença entre hipnose clássica e clínica?

Qual a diferença entre hipnose clássica e clínica?

Em comum, as técnicas têm o princípio de relaxamento e do transe, mas esqueça a ideia de que na hipnose o paciente ficará insconsciente e a mercê do hipnólogo, no palco só parece isto, mas na verdade a pessoa também quer brincar. Na hipnose de palco as sugestões são autoritárias e diretas, o que nem sempre acaba funcionando.⁣

No consultório, o paciente é convidado a entrar em um estado de relaxamento profundo, que é o transe, por meio de técnicas que podem variar para cada pessoa, e a abrir sua mente para ressignificar assuntos que trazem desconforto e traumas.⁣

Se na hipnose de palco o hipnotizador usa técnicas que misturam hipnose e ilusionismo, no consultório o profissional só está preocupado em ajudar o paciente a vencer seus medos e angústias, sejam eles quais forem. Gostou de saber que existe diferença?

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Sabia que a hipnose é um tratamento seguro?

Sabia que a hipnose é um tratamento seguro?

Algumas pessoas sentem medo de fazer um tratamento com a hipnose , muitos mitos estão envolvidos com a imagem do tratamento , mas na verdade não é como nos filmes . É seguro , é saudável , uma pessoa em transe faz até renovação celular , relaxa e em terapia , ainda se trata :)! Existem apenas 3 restrições para o uso da hipnose , pessoas sob o uso de substâncias psicoativas , psicóticos e mulheres grávidas têm algumas restrições como a regressão . No mais é seguro e saudável !

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Controle da dor x hipnose

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A “dor” acompanha o homem desde o seu surgimento no planeta, atormentando os indivíduos desde o seu nascimento até sua morte. Nos últimos tempos o controle da “dor”, tem sido alvo de inúmeras pesquisas científicas, a partir dos conhecimentos desenvolvidos e aplicados, sabemos que podemos controlá-la e até mesmo minimizá-la.

Podemos interpretar a “dor” como:  EMOCIONAL, FÍSICA   e PSICOSSOMÁTICA, sendo que as dores emocionais são uma forma de manifestação, onde o indivíduo procura se auto-punir para chamar atenção ou se introverter, derivada de processos que inicia numa carência afetiva seguindo até a depressão (se não houver controle, os indivíduos dotados desse descontrole, poderão desenvolver no seu organismo sérias doenças). As dores físicas são manifestação sensoriais indicando que algo está acontecendo no corpo físico. Finalmente as dores psicossomáticas fazem parte de um processo mental inconsciente, onde o indivíduo toma para si dores involuntárias, de pessoas e até de animais. A “dor” é um sinal de alerta que deve receber especial atenção e interpretação.

O controle da “dor” empregando a Hipnoterapia, tem encontrado grande aplicabilidade, tanto nos processos de dores FISICAS, MENTAIS e PSICOSSOMÁTICAS, está sendo utilizada de maneira crescente em grandes centros de referência de todo o mundo.

Os resultados terapêuticos com o emprego da Hipnoterapia, são conseguidos mediante o emprego de técnica de relaxamento profundo (onde o batimento cardíaco do paciente pode chegar a 21 pôr minuto), e sob o controle do terapeuta, são provocadas induções de analgesia, ocorrendo assim ajustes nos neurotransmissores dos limites de tolerância da “dor” e de fatores que desencadeiam o incômodo no paciente, como: agentes estressores como  medo, insegurança, insônia, desordens e transtornos físicos e psíquicos, suprimindo o processo da “dor”, liberando no organismo endorfinas, encefalinas e serotonina, os profissionais hipnólogos clínicos podem dispor de um mecanismo importante no tratamento e controle da “dor”, empregando métodos de condicionamentos externos (vide curso avançado). Infelizmente a medicina curativa ainda não aceita tais técnicas devido ao interesse farmacológico.

Com a Hipnoterapia, o indivíduo encontra uma perfeita reeducação e recondicionamento físico e mental, trazendo mais possibilidades às pessoas de um contato maior consigo mesma, e uma abertura para seu plano inconsciente, sendo tratamentos rápidos, eficientes e baratos, sem contra-indicações e efeitos colaterais.

Luiz Carlos Crozera

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Hipnose Ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira

Hipnoterapia em Campinas

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Psicóloga em Campinas

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Transtornos do Humor

Para melhor entendimento, veja abaixo a sinópse dos quadros relacionados aos Transtornos do Humor.

Transtorno Depressivo Maior se caracteriza por um ou mais Episódios Depressivos Maiores (isto é, pelo menos 2 semanas de humor deprimido ou perda de interesse, acompanhados por pelo menos quatro sintomas adicionais de depressão).

Transtorno Distímico caracteriza-se por pelo menos 2 anos de humor deprimido na maior parte do tempo, acompanhado por sintomas depressivos adicionais que não satisfazem os critérios para um Episódio Depressivo Maior. 

Transtorno Depressivo Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos com características depressivas que não satisfazem os critérios para Transtorno Depressivo Maior, Transtorno Distímico, Transtorno de Ajustamento com Humor Deprimido ou Transtorno de Ajustamento Misto de Ansiedade e Depressão (ou sintomas depressivos acerca dos quais existem informações inadequadas ou contraditórias). 

Transtorno Bipolar I é caracterizado por um ou mais Episódios Maníacos ou Mistos, geralmente acompanhados por Episódios Depressivos Maiores.

Transtorno Bipolar II caracteriza-se por um ou mais Episódios Depressivos Maiores, acompanhado por pelo menos um Episódio Hipomaníaco.

Transtorno Ciclotímico é caracterizado por pelo menos 2 anos com numerosos períodos de sintomas hipomaníacos que não satisfazem os critérios para um Episódio Maníaco e numerosos períodos de sintomas depressivos que não satisfazem os critérios para um Episódio Depressivo Maior.

Transtorno Bipolar Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos com aspectos bipolares que não satisfazem os critérios para qualquer dos Transtornos Bipolares específicos definidos nesta seção (ou sintomas bipolares acerca dos quais há informações inadequadas ou contraditórias).

Um Transtorno do Humor Devido a uma Condição Médica Geral é caracterizado por uma perturbação proeminente e persistente do humor, considerada uma conseqüência fisiológica direta de uma condição médica geral. 

Um Transtorno do Humor Induzido por Substância caracteriza-se por uma perturbação proeminente e persistente do humor, considerada uma conseqüência fisiológica direta de uma droga de abuso, um medicamento, outro tratamento somático para a depressão ou exposição a uma toxina. 

Transtorno do Humor Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos com sintomas de humor que não satisfazem os critérios para qualquer Transtorno do Humor específico, e nos quais é difícil escolher entre Transtorno Depressivo Sem Outra Especificação e Transtorno Bipolar Sem Outra Especificação (por ex., agitação aguda). 

Fonte: DSM.IV

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Tratamento para transtorno do humor com EMDR em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Transtornos de Personalidade

Esta seção começa com uma definição geral de Transtorno da Personalidade que se aplica a cada um dos 10 Transtornos da Personalidade específicos. Um Transtorno da Personalidade é um padrão persistente de vivência íntima ou comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo, é invasivo e inflexível, tem seu início na adolescência ou começo da idade adulta, é estável ao longo do tempo e provoca sofrimento ou prejuízo.

Transtorno da Personalidade Paranóide
Transtorno da Personalidade Esquizóide
Transtorno da Personalidade Esquizotípica
Transtorno da Personalidade Anti-Social
Transtorno da Personalidade Borderline
Transtorno da Personalidade Histriônica
Transtorno da Personalidade Narcisista
Transtorno da Personalidade Esquiva
Transtorno da Personalidade Dependente
Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva

Veja os detalhes de uma a uma nessa classificação. Abaixo um resumo de cada um desses transtornos:

Transtorno da Personalidade Paranóide é um padrão de desconfiança e suspeitas, de modo que os motivos dos outros são interpretados como malévolos.
Transtorno da Personalidade Esquizóide é um padrão de distanciamento dos relacionamentos sociais, com uma faixa restrita de expressão emocional.

Transtorno da Personalidade Esquizotípica é um padrão de desconforto agudo em relacionamentos íntimos, distorções cognitivas ou da percepção de comportamento excêntrico.

Transtorno da Personalidade Anti-Social é um padrão de desconsideração e violação dos direitos dos outros.

Transtorno da Personalidade Borderline é um padrão de instabilidade nos relacionamentos interpessoais, auto-imagem e afetos, bem como de acentuada impulsividade.

Transtorno da Personalidade Histriônica é um padrão de excessiva emotividade e busca de atenção.
Transtorno da Personalidade Narcisista é um padrão de grandiosidade, necessidade por admiração e falta de empatia.

Transtorno da Personalidade Esquiva é um padrão de inibição social, sentimentos de inadequação e hipersensibilidade a avaliações negativas.

Transtorno da Personalidade Dependente é um padrão de comportamento submisso e aderente, relacionado a uma necessidade excessiva de proteção e cuidados.

Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva é um padrão de preocupação com organização, perfeccionismo e controle.

Fonte: DSM.IV

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Transtorno do Pânico

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A característica essencial do Transtorno de Pânico é a presença de Ataques de Pânico recorrentes e inesperados, seguidos por pelo menos 1 mês de preocupação persistente acerca de ter um outro Ataque de Pânico, preocupação acerca das possíveis implicações ou conseqüências dos Ataques de Pânico, ou uma alteração comportamental significativa relacionada aos ataques (Critério A). 

Os Ataques de Pânico não se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., Intoxicação com Cafeína) ou de uma condição médica geral (por ex., hipertiroidismo) (Critério C). 

Finalmente, os Ataques de Pânico não são melhor explicados por um outro transtorno mental (por ex., Fobia Específica ou Social, Transtorno Obsessivo-Compulsivo, Transtorno de Estresse Pós-Traumático ou Transtorno de Ansiedade de Separação) (Critério D). Dependendo de serem satisfeitos também os critérios para Agorafobia, faz-se o diagnóstico de 300.21 Transtorno de Pânico Com Agorafobia ou 300.01 Transtorno de Pânico Sem Agorafobia (Critério B).

Um Ataque de Pânico inesperado (espontâneo, não evocado) é definido como aquele que não está associado a um ativador situacional (isto é, ocorre “vindo do nada”). Pelo menos dois Ataques de Pânico inesperados são necessários para o diagnóstico, mas a maioria dos indivíduos tem um número consideravelmente maior de ataques. 

Os indivíduos com Transtorno de Pânico com freqüência também têm Ataques de Pânico predispostos por situações (isto é, aqueles mais propensos a ocorrer em, mas não invariavelmente associados com, exposição a um ativador situacional). Ataques ligados a situações (isto é, aqueles que ocorrem quase que invariável e imediatamente na exposição a um ativador situacional) podem ocorrer, mas são menos comuns.

A freqüência e a gravidade dos Ataques de Pânico variam amplamente. Por exemplo, alguns indivíduos têm ataques moderadamente freqüentes (por ex., 1 vez por semana) que ocorrem regularmente, por meses seguidos. Outros citam surtos breves de ataques mais freqüentes (por ex., diariamente por uma semana), separados por semanas ou meses sem quaisquer ataques ou com ataques menos freqüentes (por ex. dois por mês) durante muitos anos.

Os ataques com sintomas limitados (isto é, ataques idênticos a Ataques de Pânico “completos”, exceto pelo fato de que o medo e ansiedade súbitos são acompanhados por menos de 4 dos 13 sintomas adicionais) são muito comuns em indivíduos com Transtorno de Pânico. 

Embora a distinção entre Ataques de Pânico completos e ataques com sintomas limitados seja um tanto arbitrária, os Ataques de Pânico completos estão associados com maior morbidade. A maior parte dos indivíduos que têm ataques com sintomas limitados teve Ataques de Pânico completos em algum momento durante o curso do transtorno.

Os indivíduos com Transtorno de Pânico apresentam, caracteristicamente, preocupações acerca das implicações ou conseqüências dos Ataques de Pânico. Alguns temem que os ataques indiquem a presença de uma doença não diagnosticada e ameaçadora à vida (por ex., cardiopatia, transtorno convulsivo). 

Apesar de repetidos exames e garantias médicas, eles podem permanecer temerosos e não se convencer de que não têm uma doença ameaçadora à vida. Os ataques são percebidos como uma indicação de que estão “ficando loucos” ou perdendo o controle, ou de que são emocionalmente fracos. Alguns indivíduos com Ataques de Pânico recorrentes mudam significativamente seu comportamento (por ex., demitem-se do emprego) em resposta aos ataques, mas negam o medo de terem um outro ataque ou preocupações acerca das conseqüências de seus Ataques de Pânico. 

As preocupações acerca do próximo ataque ou suas implicações freqüentemente estão associadas com o desenvolvimento de um comportamento de esquiva que pode satisfazer os critérios para Agorafobia, diagnosticando-se, neste caso, um Transtorno de Pânico Com Agorafobia.

Fonte: DSM.IV

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Transtorno de Pesadelo

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A característica essencial do Transtorno de Pesadelo é a ocorrência repetida de sonhos assustadores que levam ao despertar (Critério A). O indivíduo torna-se plenamente alerta ao despertar (Critério B). 

Os sonhos assustadores ou as interrupções do sono resultantes dos despertares causam sofrimento significativo ao indivíduo ou acarretam disfunção social ou ocupacional (Critério C). 

Este transtorno não é diagnosticado se os pesadelos ocorrem exclusivamente durante o curso de outro transtorno mental ou se se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., droga de abuso ou medicamento) ou de uma condição médica geral (Critério D).

Os pesadelos tipicamente ocorrem em uma seqüência onírica extensa e elaborada, sendo altamente indutores de ansiedade ou aterrorizantes. O conteúdo do sonho focaliza, mais comumente, um perigo físico iminente para o indivíduo (por ex., perseguições, ataques, ferimentos). Em outros casos, o perigo percebido pode ser mais sutil, envolvendo fracasso ou embaraço social. 

Os pesadelos que ocorrem após experiências traumáticas podem replicar uma situação originalmente perigosa ou ameaçadora, mas a maioria dos pesadelos não reconta eventos reais. Ao despertar, os indivíduos com este transtorno podem descrever detalhadamente a seqüência e o conteúdo do sonho. 

Os indivíduos podem referir múltiplos pesadelos em uma determinada noite, muitas vezes com um tema recorrente. Os pesadelos surgem quase que exclusivamente durante o sono REM. Uma vez que os episódios REM ocorrem periodicamente durante todo o sono noturno (aproximadamente a cada 90-110 minutos), os pesadelos também podem ocorrer a qualquer momento durante o episódio de sono. 

Entretanto, uma vez que os períodos de sono REM tipicamente se tornam mais longos, e a atividade onírica, mais intensa, na segunda metade da noite, os pesadelos também tendem mais a ocorrer tardiamente, durante a noite.

Os pesadelos em geral terminam com um despertar associado com um rápido retorno a um pleno estado de alerta e um sentimento persistente de ansiedade ou medo. Esses fatores freqüentemente trazem uma dificuldade para voltar a dormir. 

É mais comum que o Transtorno de Pesadelo cause sofrimento subjetivo significativo, do que um prejuízo social ou ocupacional demonstrável. 

Entretanto, se os despertares noturnos são freqüentes, ou se o indivíduo evita dormir por causa de seu medo de ter pesadelos, pode haver sonolência excessiva, fraca concentração, depressão, ansiedade ou irritabilidade, perturbando o funcionamento diurno.

Fonte: DSM.IV

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