Viagem no tempo

Resgatar as virtudes do passado é o primeiro passo para o autoconhecimento e, conseqüentemente, para a cura de problemas emocionais do presente.  

Por Paula Bianca de Oliveira

Por conta de variados fatores, os pacientes depressivos entram em um ciclo de abandono dos prazeres, que também pode ser visto como o abandono de si mesmo. Por tais razões, a depressão ‘comumente vista como causadora de muitos outros problemas emocionais, como a ansiedade, baixa auto-estima e, até mesmo, a síndrome do pânico. “Com esses pacientes, é preciso buscar recursos e vivências positivas anteriores à depressão, mostrando a eles que suas capacidades talvez estejam ‘adormecidas’, mas que continuam dentro deles, fazendo parte de ferramentas próprias que serão muito úteis naquele momento”, afirma o psicólogo e hipnoterapeuta Odair José Comin.

“Durante o transe, depois de buscar as virtudes passadas, pode-se levar o paciente para o futuro, onde se cria um cenário completamente diferente do atual, com novas alternativas e já com uma postura diferente com relação à vida”, explica Comin. Para o psicólogo é importante perceber como o organismo e a mente do paciente reagem frente às emoções e vivências diárias e, a partir daí, traçar estratégias, fazendo intervenções mais assertivas durante a hipnose.

Assim como na maioria dos tratamento psicológicos, na primeira sessão de hipnoterapia, o paciente deve falar sobre sua histórias – passada e presente -, fornecendo, assim, dados importantes também sobre a origem de seus problemas. Nesse momento, é feita ainda uma busca de informações que dizem respeito aos gostos do paciente e a tudo aquilo que o motiva para a prática de atividades prazerosas. Dessa forma, nas sessões seguintes, o hipnoterapeuta pode criar metáforas que comuniquem indiretamente questões esclarecedoras para o paciente. “Fazendo comparações com a natureza ou com algum fato da vida dessa pessoa, é possível transmitir, durante o transe, uma série de informações que o paciente precisa para se recuperar”, diz o psicólogo. Diferente da hipnose clássica, que trabalha com uma comunicação mais indireta, a chamada hipnose moderna ou ericksoniana – utilizada nesses tipos de tratamento – trabalha com a sutileza da comunicação, sendo muito indireta e, às vezes, até implícita.

Técnica e Conteúdo

A hipnose nada mais é que uma forma de comunicar idéias, embora ainda seja vista por muitas pessoas apenas como uma técnica para controlar pessoas. Durante um tratamento clínico, porém, é preciso transmitir idéias de forma eficaz, discutir virtudes, paixões, trabalhar a culpa – questões realmente capazes de transformar a vida de uma pessoa. Por tais razões, muito mais que provocar no paciente o estado de transe, o profissional deve possuir um vasto conhecimento humano.

No transe, que é um estado natural de profunda concentração induzido pela hipnose, a pessoa fica muito mais receptível a qualquer tipo de informação. Assim, o que for recebido durante esse estado de consciência terá um impacto ainda maior. Diferentemente do que ocorre nas terapias convencionais, na hipnose clínica o paciente se torna agente da sua própria transformação. “As mudanças acontecem durante o transe, quando lançamos determinada idéia e, a partir daí, a mente do paciente começa a trabalhar, explica o psicólogo Odair José Comin. Por ser um  processo inconsciente, o paciente entra em contato com aquela informação traumatizante de uma forma mais íntima, o que gera resultados mais rápidos.

Em um tratamento psicológico comum, o paciente apenas fala e, gradualmente depois de inúmeras sessões, a pessoa vai se aproximando daquilo que a incomoda. Já na hipnose clínica, muitas vezes, o paciente encara seus problemas logo na primeira sessão, pois tem a oportunidade de vivenciá-los desde o primeiro instante. A escolha de um ou outro tratamento é uma decisão pessoal que provavelmente trará os mesmos benefícios as paciente. A diferença talvez, fique por conta do caminho tomado e do seu tempo de percurso.

Hipnose em campinas-Milena Ferreira 999229272

Hipnose Ericksoniana em Campinas

Hipnoterapia em Campinas

Hipnose clínica em Campinas

Psicologia em Campinas

Psicóloga em Campinas

Hipnose: revelação do inconsciente

Imagem

Por Ivanilde Sitta

Pode estar aí a solução para o seu problema. A hipnose tem sido utilizada  com sucesso no tratamento de diversas doenças físicas e emocionais

Esqueça aquelas cenas místicas envolvendo pêndulos e turbantes. Longe de ser uma prática de cinema, a hipnose é coisa séria e tem livrado muita gente de uma infinidade de distúrbios físicos e emocionais. É considerada também um santo remédio para aliviar a dor, inclusive as crônicas e a do câncer em fase terminal. Sua longa lista de aplicações terapêuticas conquistou até o aval da Organização Mundial de Saúde, que a recomenda como a melhor técnica operacional de terapia no tratamento de moléstias psiquiátricas e psicossomáticas. Reconhecida pelos conselhos federais de Medicina, Odontologia e Psicologia, é um procedimento comprovadamente eficaz e aplicado em mais de 70 países, segundo o psiquiatra Joel Priori Maia, presidente da Sociedade de Hipnose de São Paulo.

Combate à depressão

Sem contra-indicação e efeitos colaterais, a hipnose vem sendo apontada como uma arma poderosa na guerra contra depressão, ansiedade, fobias, impotência sexual, ejaculação precoce, enurese noturna, gagueira, asma, síndromes intestinais, alergias e até mesmo no tratamento de verrugas. Sua lista de atuação inclui ainda baixo rendimento escolar e hiperatividade em crianças, ativação da memória, distúrbios alimentares, dependência química e muitos outros problemas físicos e mentais.

Não se trata de milagre nem mágica. Até mesmo a medicina tradicional já está consciente da ligação corpo e mente no desenvolvimento das doenças. De acordo com o psicólogo Odair José Comin, o sistema imunológico é diretamente afetado pelas emoções e sentimentos. Sensações de medo, ódio e ressentimento, por exemplo, resultam quase sempre em doenças. “O tratamento com a hipnose auxilia no controle dessas emoções e o paciente aprende a lidar melhor com seus problemas”, esclarece.

Você tem medo de quê?

Veja o caso das fobias, por exemplo. Tem gente que não pisa num avião ou elevador, outros entram em pânico ao ver uma simples barata e há aqueles que jamais se imaginam num lugar fechado. As fobias nada mais são do que medos irracionais de alguma coisa ou lugar específico. Por meio da hipnose, o paciente é levado a buscar as causas desse medo e a desenvolver meios de aprender a enfrentar e superá-los.

A hipnose, segundo especialistas, ajuda a encontrar as verdadeiras raízes do problema. Até pode ser que seu medo de água esteja relacionado à história do afogamento do seu avô. Mas, segundo o terapeuta de hipnose Jean Jacques Buhannic, a maioria dos problemas nasce de sentimentos e vivências banais ocorridos na primeira infância e que nunca foram trabalhados. Por exemplo: o ciúme infantil que você sentia toda vez que via sua mãe dar banho no seu irmão caçula. “A maioria dos problemas é originada na primeira infância. Assim que sua origem for detectada, o problema tende a desaparecer”, garante Buhannic.

Mas como isso acontece?

Apesar de ser uma técnica milenar e estudada a fundo pela Ciência nas últimas décadas, ainda não se conhece completamente os mecanismos cerebrais envolvidos no estado hipnótico. Sabe-se, porém, que a hipnose é um estado alterado de consciência (semelhante ao sono) produzido artificialmente. De acordo com o psiquiatra Priori Maia, o paciente permanece entre a vigília e o sono, induzido por meio de uma estimulação leve, rítmica, monótona e persistente.

Durante o transe, a atenção, concentração e memória do paciente ficam em estado de alerta, permitindo acesso mais fácil aos dados registrados no inconsciente. É possível relembrar informações do passado, por exemplo, que estavam esquecidas pelo consciente. Nesse instante do tratamento, esses dados são explorados com a ajuda do médico ou terapeuta para beneficiar o paciente.  “Ainda há muito a ser pesquisado e estudado. Mas na medida que os trabalhos avançam, aumenta a credibilidade em relação à técnica”, observa o psicólogo Odair José Comin, ao acrescentar que cientistas que estudam os fenômenos da hipnose vêm conseguindo grandes avanços na área.

Um dos trabalhos, desenvolvido em conjunto pelas universidades americanas de Harvard e Stanford, dá uma idéia de como a técnica atua no cérebro humano. Dezesseis voluntários foram colocados em frente à tela do computador para observar imagens coloridas. Depois de hipnotizados, eles foram sugestionados a ver as mesmas imagens, só que na cor cinza. E foi o que aconteceu, pois nesse momento, o cérebro ativou a região que inibe a visão das cores.

“Sem nenhuma possibilidade de fraude ou farsa, o cérebro passou a ver em preto e branco”, relata Comin. Mais tarde, os mesmos voluntários foram induzidos a enxergar cores em lugares onde não existiam. Mais uma vez, os resultados confirmaram que o cérebro estava mesmo vendo colorido.

Na mira da hipnose

Especialistas garantem que é possível hipnotizar, em maior ou menor grau,  cerca de 95% da população. Existem várias etapas na hipnose. Primeiro, o paciente é levado a sentir que seus músculos ficam pesados, por exemplo, e que fica difícil levantar um braço. Depois, as sugestões passam para um nível sensorial, quando ele pode sentir calor ou frio, ainda que a temperatura ambiente continue amena. Por fim, o hipnotizador induz o paciente a ingressar na esfera afetivo-emocional. Nesse momento, as lembranças escondidas no inconsciente podem começar a surgir. “Quanto mais profunda for a etapa atingida pelo paciente durante o procedimento, maior o seu benefício terapêutico”, esclarece Priori Maia.

Mas, seja qual for a fase atingida no transe hipnótico, os resultados são mais eficientes do que os alcançados em estado de vigília, ou seja, com o paciente completamente consciente e acordado. Isso porque a hipnose produz um relaxamento físico e mental que já se evidencia nas etapas superficiais, aumentando à medida em que ocorre o aprofundamento do transe.

Desvendando os mitos 

Se você se interessou pela hipnose, mas continua resistindo à técnica por uma série de receios, sossegue. Especialistas garantem que ninguém sujeito à hipnose corre o risco de não acordar do transe. Um simples abrir de olhos é suficiente para voltar ao estado normal. Asseguram também que, em hipótese alguma, a técnica tem poder de alterar o comportamento do paciente a ponto de levá-lo a tomar atitudes que vão contra seus próprios conceitos. Ou seja: mesmo hipnotizado, você é perfeitamente capaz de rejeitar sugestões como assaltar um banco ou tirar a roupa em público, ou qualquer coisa contrária aos seus valores morais e éticos.

Mitos e preconceitos como esses, em certo ponto, têm até razão de ser. Ao longo do século 20, a hipnose foi vista com ceticismo e descrédito principalmente por causa da ação de charlatães que se apresentam em praça pública, transformando a possível terapia em espetáculo de mágica. Hoje, essa prática é proibida em muitos países.

A hipnose foi olhada com reservas pelo próprio pai da psicanálise, Sigmund Freud, que não poupou críticas à técnica. Mas, depois da Segunda Guerra Mundial, ela voltou com força redobrada, apoiada como método válido pelas principais entidades médicas internacionais. É que, durante o conflito que durou de 1939 a 1945, os médicos de algumas frentes de batalha, sem acesso a anestésicos, realizavam cirurgias utilizando apenas a hipnose para combater a dor. A primeira sociedade científica de hipnose da qual se tem notícia no Brasil foi instalada pelo Imperador D. Pedro II, em 1887, sob a denominação de Sociedade do Magnetismo Animal e do Jury Magnético do Rio de Janeiro.

Principais dúvidas

Conheça as principais dúvidas e veja até que ponto elas têm fundamento:

· O paciente pode ser hipnotizado contra a vontade?

Não. Só se hipnotiza uma pessoa com seu próprio consentimento. O hipnotizador não tem controle sobre o hipnotizado, que não fará ou falará nada que não quiser.

· O paciente fica inconsciente?

Não. Ele escuta, pode falar e se lembra de tudo.

· Há risco de não acordar?

Não. Depois de algum tempo sem a interferência do hipnotizador, o paciente sai sozinho da hipnose ou passa para um estado de sono natural.

· É possível revelar segredos?

O paciente é perfeitamente capaz de rejeitar sugestões que não aceitaria em seu estado natural. Ou seja, ele não falará se não quiser.

· O hipnotizador pode dominar minha mente e me obrigar a praticar atos contra a minha vontade?

Tolice. A sua mente só vai aceitar ordens que não interfiram em seu comportamento ou moral. O acordo entre você e o hipnotizador acaba quando os seus princípios são contrariados. Como? O transe simplesmente se encerra ou você entra num estado de agitação que acaba por interrompê-lo. Não há casos relatados e provados de controle da mente por meio da hipnose.

Dentro da lei

A hipnose não é um procedimento alternativo de terapia. Isso quer dizer que seu emprego é legal e está regulamentado pelos seguintes conselhos:

Cirurgiões Dentistas: artigo 6º da lei 5081 de 1966

Conselho Federal de Medicina: parecer nº 42/99 de 20 de agosto de 1999

Conselho Federal de Psicologia: resolução nº 013/00 de dezembro de 2000

 

Matéria extraída da Revista Coop
Março de 2004.

Hipnose em Campinas- Milena ferreira 999229272

Hipnose Ericksoniana em Campinas

Hipnoterapia em Campinas

Hipnose clínica

Psicologia em Campinas

Hipnose em Campinas

Hipnose pode ajudar anestesia local em cirurgias de câncer e tireoide

Imagem

 

Combinação reduz internação e uso de medicamentos, diz estudo belga.

Técnica diminui percepção da dor, mas paciente deve confiar nos médicos.

Uma combinação de hipnose e anestesia local para determinados tipos de cirurgia pode ajudar na cura de pacientes e reduzir tanto o uso de medicamentos quanto o tempo de internação em hospitais. Esse é o resultado de um estudo belga apresentado no domingo (12) durante o congresso anual da Sociedade Europeia de Anestesiologia, em Amsterdã, na Holanda.
Os cientistas avaliaram o impacto do emprego de anestesia local e hipnose em operações de certos tipos de câncer de mama e tireoidectomia (remoção total ou parcial da glândula tireoide). A técnica também pode evitar a recorrência de tumores e metástases.

A redução da percepção da dor e o conforto do paciente são garantidos, de acordo com a professora Fabienne Roelants, que liderou o trabalho ao lado da dra. Christine Watremez, ambas da Clínica Universitária Saint-Luc, em Bruxelas, que faz um quarto das operações de mama e um terço das de tireoide por esse método.
Para hipnotizar o paciente, um hipnoterapeuta deve conversar com ele durante o procedimento e evitar comandos negativos, com os quais o inconsciente pode não saber lidar. O cirurgião, por sua vez, precisa ser suave, evitar movimentos bruscos e ser capaz de manter a calma em todas as circunstâncias.
No primeiro estudo belga, 18 entre 78 mulheres usaram a hipnose em uma série de õperações de câncer de mama, enquanto as demais receberam anestesia geral. Apesar de as pacientes hipnotizadas terem passado alguns minutos a mais na sala de cirurgia, o uso de drogas nesse grupo diminuiu, assim como o tempo de recuperação e internação.
Na tireoidectomia, os cientistas compararam os resultados de 18 pacientes do grupo de hipnose e anestesia local com os de 36 que receberam anestesia geral. Ambos fizeram videolaparoscopia, um procedimento minimamente invasivo, e mais uma vez o uso de remédios na recuperação e a permanência hospitalar foram muito reduzidos no primeiro grupo.
A hipnose é um estado alterado de consciência que se baseia na focalização do olhar em determinado ponto, no relaxamento muscular progressivo ou na recuperação de uma memória agradável. O fato de ela funcionar em casos médicos tem sido demonstrado por vários estudos, inclusive por imagens do cérebro em tomografias por emissão de pósitrons (PET) e ressonâncias magnéticas.
O modo exato como esse processo ocorre ainda é discutido. Alguns pesquisadores acreditam que ela impede que as informações cheguem às regiões do córtex cerebral superior, responsáveis pela percepção da dor. Outros defendem que a técnica permite uma melhor resposta à dor, ativando caminhos que a inibam de forma eficaz.
Não há diferenças de sexo ou idade relacionadas com a susceptibilidade à hipnose, dizem os cientistas. Se o paciente estiver motivado, pronto para cooperar e confiar nos médicos, ela funciona.
Além do uso em cirurgias de câncer de mama e tireoidectomia, as autoras afirmam que a prática poderá ser aplicada no futuro em uma série de outros procedimentos: ginecológicos, oftalmológicos, otorrinolaringológicos, plásticos e contra infertilidade.

                                                                                                                                               Fonte: g1.globo.com

Anestesia com hipnose em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Anestesia com hipnose ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Hipnoterapia em Campinas

Hipnose clínica

Psicologia em Campinas

Psicóloga em Campinas

Hipnose pode fazer bem à saúde: conheça o método hoje respeitado

Considerada uma arte charlatã no passado, hoje a hipnose é apoiada por muitas pesquisas, e os hipnotizadores são membros respeitados da comunidade médica.

Longe de ser um truque, a técnica é principalmente utilizada de duas maneiras: em shows, nos quais hipnotizadores animam audiências induzindo voluntários em transe e fazendo-os executar tarefas ridículas, como cacarejar como galinhas, e para tratamentos de hipnoterapia bem conceituados.
Segundo psicólogos da Universidade de Stanford, a grande maioria das pessoas pode ser pelo menos um pouco hipnotizada. Eles até desenvolveram escalas, de 0 a 12, com base na capacidade de resposta das pessoas às sugestões do hipnotizador.
Durante uma pesquisa, apenas 5% das pessoas receberam a pontuação 0 nas escalas de Stanford, ou seja, não responderam a nenhuma das sugestões hipnóticas. Outro pequeno grupo recebeu a pontuação máxima, respondendo a todas elas. A maioria das pessoas se encaixa solidamente na faixa de 5 a 7 na escala.
Da mesma forma que as pontuações de QI, as pessoas mantêm a mesma avaliação de susceptibilidade hipnótica durante sua vida adulta. Isso e o fato de que gêmeos idênticos muitas vezes recebem a mesma classificação sugerem que hipnotizabilidade é uma propriedade inerente e hereditária da psique humana.
Os métodos de induzir a hipnose variam. Segundo uma hipnotizadora, uma das formas de começar um transe é com uma série de sugestões (por exemplo, pedir que o paciente respire lenta e profundamente) que resultam em um estado de calma profunda.
Segundo os especialistas, um transe hipnótico não é terapêutico em si, mas sugestões específicas e imagens alimentadas em transe podem alterar profundamente o comportamento de alguém.
A hipnose pode ser usada para ajudar pacientes a perderem peso e pararem de fumar, e oncologistas já usaram o método para facilitar o processo de cura no pós-cirúrgico de pacientes com câncer de mama.
Assim como muitos fenômenos cerebrais, os cientistas não sabem exatamente como funciona o hipnotismo, mas graças a recentes exames de eletroencefalografia do cérebro hipnotizado, pesquisadores descobriram que a hipnose e a meditação têm perfis neurofisiológicos semelhantes.
Durante os dois, ondas rápidas de atividade cerebral que se correlacionam com o pensamento e a transformação diminuem, enquanto a atividade de ondas lentas, que ocorre durante o relaxamento e o foco, aumenta.
No tratamento da dor crônica, a hipnose é muito útil, pois a dor é processada na cabeça. Primeiro é registrada no córtex sensorial, e em seguida o córtex pré-frontal lhe dá sentido. O pânico e o estresse são resultados da dor que ocorrem no tálamo e outros locais.
Cerca de 80% dos pacientes hipnotizados relatam uma diminuição na dor durante as sessões, e para 50% a queda dura até horas depois. Ao praticar a meditação por si só, muitos pacientes aprendem a tratar sua própria dor automaticamente.
Isso acontece porque, durante a hipnose, pode-se pedir às pessoas que imaginem que a sensação que provoca dor extrema é menor, e não é incômoda. Imediatamente se vê uma diminuição da atividade no córtex pré-frontal e outras partes, de forma que o paciente altera o sentido que seu cérebro dá à dor.

                                                                                                                                          Fonte: LifesLittleMysteries

Tratamento com hipnose em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento com hipnose ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Hipnose clínica em Campinas

Hipnoterapia em Campinas

Psicologia em Campinas

Psicóloga em Campinas

Tratamento com EMDR em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Atletas contam como o pensamento positivo ajuda a completar provas

Imagem

Durante a maior prova de corrida de aventura das Américas, o Ecomotion/Pro, Frederico Gall e sua equipe, Oskalunga, pensaram em desistir três vezes. Eles começaram na frente, mas depois de 12 horas brigando pela primeira posição tiveram de parar por cinco horas. Tempo suficiente para colocá-los na 18ª posição e levá-los a considerar abandonar a competição. “Mas tivemos uma grande surpresa e fomos campeões”, conta Frederico, ou Lico, como é chamado pelos amigos.

Um dos segredos para conseguir um resultado inacreditável como esse é manter a cabeça no lugar. Soa simples, mas Lico explica que, na hora em que o atleta está passando fome, com sono e sem saber se está no caminho certo, até o que parece fácil se torna difícil. “Pensamos em parar, o que nos salvou foi a nossa equipe de apoio, que foi nos mostrando que éramos capazes. Quando parávamos e víamos o esforço que eles faziam para que a gente continuasse, ganhávamos força e a concentração voltava”, explica.

Vencer uma barreira e levar o desafio adiante é o que faz o esportista ficar mais confiante, na opinião de Lico. “Queremos sempre uma coisa maior, mais emoção. Isso é uma responsabilidade comigo mesmo. Por mais que tenha pedra no caminho, não podemos desistir”, filosofa. “O objetivo, muitas vezes, não é nem ser campeão, mas sair vencedor do seu próprio limite.”

Esse é o mesmo pensamento do maratonista e advogado Glauco Santos, 38 anos. A corrida de longa distância já virou parte da sua rotina. O tempo que o advogado gasta para terminar um percurso de 42km é suficiente para pensar em muita coisa. Mas raramente sobra espaço para focar na dor, no cansaço ou em qualquer outra adversidade. “O momento da prova é de êxtase, de testar o corpo, a mente e de vencer o desafio. Nos minutos mais dolorosos, eu penso na minha família, no exemplo que tenho que dar aos meus dois filhos. Se está doendo muito, é hora de pensar positivamente”, ensina.

A reta final de uma competição costuma ser o momento mais sofrido para quem está na briga por um título. Reinaldo Colucci é um dos que passou por um momento de superação, recentemente, na conquista do ouro nos jogos Pan-americanos. O triatleta percorreu 1,5 km de natação, 39 km de bicicleta e 10 km de maratona em 1 hora, 48 minutos e 2 segundos, apenas 14 segundos mais rápido que o segundo lugar. Segundo ele, foram momentos de muito pensamento positivo. “Eu já estava esgotado, mas minha cabeça estava lá, só conseguia pensar que estava tão perto e que eu tinha chances. Mirei na vitória e esqueci meus adversários. Acho que é isso o que temos que fazer”.

Quase uma hipnose

O que passa na mente do esportista na hora de uma disputa pode levá-lo tanto para o topo quanto para baixo. É isso o que argumenta a presidente da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte, Alessandra Dutra. Para ela, a parte mental é tão fundamental quanto a preparação física. “O que vai separar o campeão do perdedor é a capacidade de controle”, pontua.

Quem compete em provas de longa distância, além de treinar fisicamente, tem que trabalhar a concentração. Isso inclui aprender a se automotivar e a ter coesão entre o corpo e a mente. Alessandra explica que, se o foco cede espaço à fadiga, o ritmo cai. “Para que isso não aconteça, é preciso criar um processo de hipnose em que se baixa o nível de consciência para não sentir a dor. É preciso fazer um trabalho de meditação e controle mental para não pensar em nada. Nessa hora, o atleta deve saber gerenciar o pensamento, o foco e o relaxamento para não entrar em estafa mental”.

                                                                                                                                      Fonte: Correio Brasiliense

Tratamento para motivação no esporte com hipnose em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento para motivação no esporte com hipnose ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento para motivação no esporte com EMDR em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Hipnoterapia em Campinas

Hipnose clínica em Campinas

Psicologia em Campinas

Psicóloga em Campinas