Hipnose pode ajudar anestesia local em cirurgias de câncer e tireoide

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Combinação reduz internação e uso de medicamentos, diz estudo belga.

Técnica diminui percepção da dor, mas paciente deve confiar nos médicos.

Uma combinação de hipnose e anestesia local para determinados tipos de cirurgia pode ajudar na cura de pacientes e reduzir tanto o uso de medicamentos quanto o tempo de internação em hospitais. Esse é o resultado de um estudo belga apresentado no domingo (12) durante o congresso anual da Sociedade Europeia de Anestesiologia, em Amsterdã, na Holanda.
Os cientistas avaliaram o impacto do emprego de anestesia local e hipnose em operações de certos tipos de câncer de mama e tireoidectomia (remoção total ou parcial da glândula tireoide). A técnica também pode evitar a recorrência de tumores e metástases.

A redução da percepção da dor e o conforto do paciente são garantidos, de acordo com a professora Fabienne Roelants, que liderou o trabalho ao lado da dra. Christine Watremez, ambas da Clínica Universitária Saint-Luc, em Bruxelas, que faz um quarto das operações de mama e um terço das de tireoide por esse método.
Para hipnotizar o paciente, um hipnoterapeuta deve conversar com ele durante o procedimento e evitar comandos negativos, com os quais o inconsciente pode não saber lidar. O cirurgião, por sua vez, precisa ser suave, evitar movimentos bruscos e ser capaz de manter a calma em todas as circunstâncias.
No primeiro estudo belga, 18 entre 78 mulheres usaram a hipnose em uma série de õperações de câncer de mama, enquanto as demais receberam anestesia geral. Apesar de as pacientes hipnotizadas terem passado alguns minutos a mais na sala de cirurgia, o uso de drogas nesse grupo diminuiu, assim como o tempo de recuperação e internação.
Na tireoidectomia, os cientistas compararam os resultados de 18 pacientes do grupo de hipnose e anestesia local com os de 36 que receberam anestesia geral. Ambos fizeram videolaparoscopia, um procedimento minimamente invasivo, e mais uma vez o uso de remédios na recuperação e a permanência hospitalar foram muito reduzidos no primeiro grupo.
A hipnose é um estado alterado de consciência que se baseia na focalização do olhar em determinado ponto, no relaxamento muscular progressivo ou na recuperação de uma memória agradável. O fato de ela funcionar em casos médicos tem sido demonstrado por vários estudos, inclusive por imagens do cérebro em tomografias por emissão de pósitrons (PET) e ressonâncias magnéticas.
O modo exato como esse processo ocorre ainda é discutido. Alguns pesquisadores acreditam que ela impede que as informações cheguem às regiões do córtex cerebral superior, responsáveis pela percepção da dor. Outros defendem que a técnica permite uma melhor resposta à dor, ativando caminhos que a inibam de forma eficaz.
Não há diferenças de sexo ou idade relacionadas com a susceptibilidade à hipnose, dizem os cientistas. Se o paciente estiver motivado, pronto para cooperar e confiar nos médicos, ela funciona.
Além do uso em cirurgias de câncer de mama e tireoidectomia, as autoras afirmam que a prática poderá ser aplicada no futuro em uma série de outros procedimentos: ginecológicos, oftalmológicos, otorrinolaringológicos, plásticos e contra infertilidade.

                                                                                                                                               Fonte: g1.globo.com

Anestesia com hipnose em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

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Hipnose pode fazer bem à saúde: conheça o método hoje respeitado

Considerada uma arte charlatã no passado, hoje a hipnose é apoiada por muitas pesquisas, e os hipnotizadores são membros respeitados da comunidade médica.

Longe de ser um truque, a técnica é principalmente utilizada de duas maneiras: em shows, nos quais hipnotizadores animam audiências induzindo voluntários em transe e fazendo-os executar tarefas ridículas, como cacarejar como galinhas, e para tratamentos de hipnoterapia bem conceituados.
Segundo psicólogos da Universidade de Stanford, a grande maioria das pessoas pode ser pelo menos um pouco hipnotizada. Eles até desenvolveram escalas, de 0 a 12, com base na capacidade de resposta das pessoas às sugestões do hipnotizador.
Durante uma pesquisa, apenas 5% das pessoas receberam a pontuação 0 nas escalas de Stanford, ou seja, não responderam a nenhuma das sugestões hipnóticas. Outro pequeno grupo recebeu a pontuação máxima, respondendo a todas elas. A maioria das pessoas se encaixa solidamente na faixa de 5 a 7 na escala.
Da mesma forma que as pontuações de QI, as pessoas mantêm a mesma avaliação de susceptibilidade hipnótica durante sua vida adulta. Isso e o fato de que gêmeos idênticos muitas vezes recebem a mesma classificação sugerem que hipnotizabilidade é uma propriedade inerente e hereditária da psique humana.
Os métodos de induzir a hipnose variam. Segundo uma hipnotizadora, uma das formas de começar um transe é com uma série de sugestões (por exemplo, pedir que o paciente respire lenta e profundamente) que resultam em um estado de calma profunda.
Segundo os especialistas, um transe hipnótico não é terapêutico em si, mas sugestões específicas e imagens alimentadas em transe podem alterar profundamente o comportamento de alguém.
A hipnose pode ser usada para ajudar pacientes a perderem peso e pararem de fumar, e oncologistas já usaram o método para facilitar o processo de cura no pós-cirúrgico de pacientes com câncer de mama.
Assim como muitos fenômenos cerebrais, os cientistas não sabem exatamente como funciona o hipnotismo, mas graças a recentes exames de eletroencefalografia do cérebro hipnotizado, pesquisadores descobriram que a hipnose e a meditação têm perfis neurofisiológicos semelhantes.
Durante os dois, ondas rápidas de atividade cerebral que se correlacionam com o pensamento e a transformação diminuem, enquanto a atividade de ondas lentas, que ocorre durante o relaxamento e o foco, aumenta.
No tratamento da dor crônica, a hipnose é muito útil, pois a dor é processada na cabeça. Primeiro é registrada no córtex sensorial, e em seguida o córtex pré-frontal lhe dá sentido. O pânico e o estresse são resultados da dor que ocorrem no tálamo e outros locais.
Cerca de 80% dos pacientes hipnotizados relatam uma diminuição na dor durante as sessões, e para 50% a queda dura até horas depois. Ao praticar a meditação por si só, muitos pacientes aprendem a tratar sua própria dor automaticamente.
Isso acontece porque, durante a hipnose, pode-se pedir às pessoas que imaginem que a sensação que provoca dor extrema é menor, e não é incômoda. Imediatamente se vê uma diminuição da atividade no córtex pré-frontal e outras partes, de forma que o paciente altera o sentido que seu cérebro dá à dor.

                                                                                                                                          Fonte: LifesLittleMysteries

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Atletas contam como o pensamento positivo ajuda a completar provas

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Durante a maior prova de corrida de aventura das Américas, o Ecomotion/Pro, Frederico Gall e sua equipe, Oskalunga, pensaram em desistir três vezes. Eles começaram na frente, mas depois de 12 horas brigando pela primeira posição tiveram de parar por cinco horas. Tempo suficiente para colocá-los na 18ª posição e levá-los a considerar abandonar a competição. “Mas tivemos uma grande surpresa e fomos campeões”, conta Frederico, ou Lico, como é chamado pelos amigos.

Um dos segredos para conseguir um resultado inacreditável como esse é manter a cabeça no lugar. Soa simples, mas Lico explica que, na hora em que o atleta está passando fome, com sono e sem saber se está no caminho certo, até o que parece fácil se torna difícil. “Pensamos em parar, o que nos salvou foi a nossa equipe de apoio, que foi nos mostrando que éramos capazes. Quando parávamos e víamos o esforço que eles faziam para que a gente continuasse, ganhávamos força e a concentração voltava”, explica.

Vencer uma barreira e levar o desafio adiante é o que faz o esportista ficar mais confiante, na opinião de Lico. “Queremos sempre uma coisa maior, mais emoção. Isso é uma responsabilidade comigo mesmo. Por mais que tenha pedra no caminho, não podemos desistir”, filosofa. “O objetivo, muitas vezes, não é nem ser campeão, mas sair vencedor do seu próprio limite.”

Esse é o mesmo pensamento do maratonista e advogado Glauco Santos, 38 anos. A corrida de longa distância já virou parte da sua rotina. O tempo que o advogado gasta para terminar um percurso de 42km é suficiente para pensar em muita coisa. Mas raramente sobra espaço para focar na dor, no cansaço ou em qualquer outra adversidade. “O momento da prova é de êxtase, de testar o corpo, a mente e de vencer o desafio. Nos minutos mais dolorosos, eu penso na minha família, no exemplo que tenho que dar aos meus dois filhos. Se está doendo muito, é hora de pensar positivamente”, ensina.

A reta final de uma competição costuma ser o momento mais sofrido para quem está na briga por um título. Reinaldo Colucci é um dos que passou por um momento de superação, recentemente, na conquista do ouro nos jogos Pan-americanos. O triatleta percorreu 1,5 km de natação, 39 km de bicicleta e 10 km de maratona em 1 hora, 48 minutos e 2 segundos, apenas 14 segundos mais rápido que o segundo lugar. Segundo ele, foram momentos de muito pensamento positivo. “Eu já estava esgotado, mas minha cabeça estava lá, só conseguia pensar que estava tão perto e que eu tinha chances. Mirei na vitória e esqueci meus adversários. Acho que é isso o que temos que fazer”.

Quase uma hipnose

O que passa na mente do esportista na hora de uma disputa pode levá-lo tanto para o topo quanto para baixo. É isso o que argumenta a presidente da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte, Alessandra Dutra. Para ela, a parte mental é tão fundamental quanto a preparação física. “O que vai separar o campeão do perdedor é a capacidade de controle”, pontua.

Quem compete em provas de longa distância, além de treinar fisicamente, tem que trabalhar a concentração. Isso inclui aprender a se automotivar e a ter coesão entre o corpo e a mente. Alessandra explica que, se o foco cede espaço à fadiga, o ritmo cai. “Para que isso não aconteça, é preciso criar um processo de hipnose em que se baixa o nível de consciência para não sentir a dor. É preciso fazer um trabalho de meditação e controle mental para não pensar em nada. Nessa hora, o atleta deve saber gerenciar o pensamento, o foco e o relaxamento para não entrar em estafa mental”.

                                                                                                                                      Fonte: Correio Brasiliense

Tratamento para motivação no esporte com hipnose em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

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Fobias e Tratamento com Hipnose-Artigo

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As fobias se encaixam na questão dos chamados transtornos de ansiedade. O indivíduo com medo, tem um estado de ansiedade muito acentuado e qualquer coisa que simbolize o objeto da fobia, faz com que desencadeie esse medo. A diferença entre o medo e a fobia é que o medo é uma reação normal, em resposta a alguma ameaça ou perigo real. Já a fobia é um medo excessivo, desencadeado pela exposição ou antecipação de determinada situação ou objeto, e só o fato da pessoa pensar ou imaginar o objeto, já desencadeia às vezes várias reações e sintomas fóbicos. Essa perturbação leva à ansiedade, além de outros sintomas que causam grande impacto e limitações na vida da pessoa.

A fobia não tem idade para desenvolver, porém, na infância ela pode aparecer com maior facilidade. Muitas crianças têm fobia de escuro, raio, trovão, tempestade, animais ou até mesmo de situações fantasiosas. No entanto, na medida em que a criança cresce, esses medos deixam de ser significativos, e podem desaparecer. Algumas vezes essas fobias não somem, mas, geralmente, a pessoa não lembra mais a causa da fobia, pois há uma tendência dos indivíduos reprimir as coisas que são emocionalmente negativos ou traumáticas. Isso não quer dizer que a fobia pode surgir apenas quando criança, pelo contrário, ela também pode aparecer na fase adulta e por motivos diversos ou fortes situações estressantes.

Existem dois tipos de fobias, a especifica ou social e a inespecífica. A especifica ou social se manifesta em qualquer situação de exposição ao público, onde o indivíduo tem que praticar atividades como escrever, comer, dirigir, falar em público, entre outras. Os sintomas mais comuns é que o indivíduo pode apresentar taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), sensação de desmaio, palidez, taquipnéia (respiração rápida), voz engasgada, gagueira e outros. Já nas fobias inespecíficas, o indivíduo apresenta basicamente os mesmos sintomas e podem se manifestar de várias formas, como por exemplo, ter medo de dirigir, de ambiente fechado (claustrofobia) ou espaço aberto (agorafobia), de elevador, de voar, de animais e outras diversas fobias. Além disso, a fobia pode em raros casos, ser adquirida via materna por questões hormonais, tendo a mãe vivenciado algum medo forte ou fobia ocorrida na gravidez.

Existem vários tratamentos para fobia e a grande maioria tem resultados positivos. A hipnose por excelência é uma das melhores formas, sendo usada, estatisticamente entre 8 a 12 sessões, com bons resultados. O objetivo da hipnoterapia é “remover” o medo subconsciente. Uma técnica comum usada na hipnose é a chamada regressão de memória. Ela tem-se revelado muito eficaz, não importando quanto tempo a pessoa sofre da fobia. No tratamento, o paciente descobre as causas da fobia e o hipnoterapeuta faz uma ressignificação do medo, mudando a compreensão e o aspecto de negativo para positivo. Um exemplo é quando a pessoa adquire a fobia na infância. Com o tratamento da hipnose e através de sugestões, o hipnoterapeuta muda a percepção consciente do paciente, à partir da ressignificação do inconsciente e dá um novo significado para aquela situação vivenciada.

O Dr. Rui Sampaio explica as formas de tratamento. “Podemos usar a dessensibilização sistemática, fazendo uma escala gradual do medo de 0/10, onde a pessoa o pontua e é orientado gradualmente a vivenciar mentalmente, através de visualizações dentro do transe da hipnose. Com isso, a pessoa vai sendo exposta em relação a seu medo, sendo que deste modo ela acaba perdendo o medo na sua mente e assim na prática ao mesmo tempo. Também podemos usar a visualização cênica, trabalhando em uma única cena, desde o momento de pouca tensão, até o momento máximo de tensão, até a sua completa dessensibilização”, explicou.

                                                                                                                                         Fonte: agoraparana.uol.com.br

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Tratamento para fobia com hipnose ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento para fobia com EMDR em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Transtornos do Humor

Para melhor entendimento, veja abaixo a sinópse dos quadros relacionados aos Transtornos do Humor.

Transtorno Depressivo Maior se caracteriza por um ou mais Episódios Depressivos Maiores (isto é, pelo menos 2 semanas de humor deprimido ou perda de interesse, acompanhados por pelo menos quatro sintomas adicionais de depressão).

Transtorno Distímico caracteriza-se por pelo menos 2 anos de humor deprimido na maior parte do tempo, acompanhado por sintomas depressivos adicionais que não satisfazem os critérios para um Episódio Depressivo Maior. 

Transtorno Depressivo Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos com características depressivas que não satisfazem os critérios para Transtorno Depressivo Maior, Transtorno Distímico, Transtorno de Ajustamento com Humor Deprimido ou Transtorno de Ajustamento Misto de Ansiedade e Depressão (ou sintomas depressivos acerca dos quais existem informações inadequadas ou contraditórias). 

Transtorno Bipolar I é caracterizado por um ou mais Episódios Maníacos ou Mistos, geralmente acompanhados por Episódios Depressivos Maiores.

Transtorno Bipolar II caracteriza-se por um ou mais Episódios Depressivos Maiores, acompanhado por pelo menos um Episódio Hipomaníaco.

Transtorno Ciclotímico é caracterizado por pelo menos 2 anos com numerosos períodos de sintomas hipomaníacos que não satisfazem os critérios para um Episódio Maníaco e numerosos períodos de sintomas depressivos que não satisfazem os critérios para um Episódio Depressivo Maior.

Transtorno Bipolar Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos com aspectos bipolares que não satisfazem os critérios para qualquer dos Transtornos Bipolares específicos definidos nesta seção (ou sintomas bipolares acerca dos quais há informações inadequadas ou contraditórias).

Um Transtorno do Humor Devido a uma Condição Médica Geral é caracterizado por uma perturbação proeminente e persistente do humor, considerada uma conseqüência fisiológica direta de uma condição médica geral. 

Um Transtorno do Humor Induzido por Substância caracteriza-se por uma perturbação proeminente e persistente do humor, considerada uma conseqüência fisiológica direta de uma droga de abuso, um medicamento, outro tratamento somático para a depressão ou exposição a uma toxina. 

Transtorno do Humor Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos com sintomas de humor que não satisfazem os critérios para qualquer Transtorno do Humor específico, e nos quais é difícil escolher entre Transtorno Depressivo Sem Outra Especificação e Transtorno Bipolar Sem Outra Especificação (por ex., agitação aguda). 

Fonte: DSM.IV

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Transtornos de Personalidade

Esta seção começa com uma definição geral de Transtorno da Personalidade que se aplica a cada um dos 10 Transtornos da Personalidade específicos. Um Transtorno da Personalidade é um padrão persistente de vivência íntima ou comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo, é invasivo e inflexível, tem seu início na adolescência ou começo da idade adulta, é estável ao longo do tempo e provoca sofrimento ou prejuízo.

Transtorno da Personalidade Paranóide
Transtorno da Personalidade Esquizóide
Transtorno da Personalidade Esquizotípica
Transtorno da Personalidade Anti-Social
Transtorno da Personalidade Borderline
Transtorno da Personalidade Histriônica
Transtorno da Personalidade Narcisista
Transtorno da Personalidade Esquiva
Transtorno da Personalidade Dependente
Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva

Veja os detalhes de uma a uma nessa classificação. Abaixo um resumo de cada um desses transtornos:

Transtorno da Personalidade Paranóide é um padrão de desconfiança e suspeitas, de modo que os motivos dos outros são interpretados como malévolos.
Transtorno da Personalidade Esquizóide é um padrão de distanciamento dos relacionamentos sociais, com uma faixa restrita de expressão emocional.

Transtorno da Personalidade Esquizotípica é um padrão de desconforto agudo em relacionamentos íntimos, distorções cognitivas ou da percepção de comportamento excêntrico.

Transtorno da Personalidade Anti-Social é um padrão de desconsideração e violação dos direitos dos outros.

Transtorno da Personalidade Borderline é um padrão de instabilidade nos relacionamentos interpessoais, auto-imagem e afetos, bem como de acentuada impulsividade.

Transtorno da Personalidade Histriônica é um padrão de excessiva emotividade e busca de atenção.
Transtorno da Personalidade Narcisista é um padrão de grandiosidade, necessidade por admiração e falta de empatia.

Transtorno da Personalidade Esquiva é um padrão de inibição social, sentimentos de inadequação e hipersensibilidade a avaliações negativas.

Transtorno da Personalidade Dependente é um padrão de comportamento submisso e aderente, relacionado a uma necessidade excessiva de proteção e cuidados.

Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva é um padrão de preocupação com organização, perfeccionismo e controle.

Fonte: DSM.IV

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Transtorno do Pânico

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A característica essencial do Transtorno de Pânico é a presença de Ataques de Pânico recorrentes e inesperados, seguidos por pelo menos 1 mês de preocupação persistente acerca de ter um outro Ataque de Pânico, preocupação acerca das possíveis implicações ou conseqüências dos Ataques de Pânico, ou uma alteração comportamental significativa relacionada aos ataques (Critério A). 

Os Ataques de Pânico não se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., Intoxicação com Cafeína) ou de uma condição médica geral (por ex., hipertiroidismo) (Critério C). 

Finalmente, os Ataques de Pânico não são melhor explicados por um outro transtorno mental (por ex., Fobia Específica ou Social, Transtorno Obsessivo-Compulsivo, Transtorno de Estresse Pós-Traumático ou Transtorno de Ansiedade de Separação) (Critério D). Dependendo de serem satisfeitos também os critérios para Agorafobia, faz-se o diagnóstico de 300.21 Transtorno de Pânico Com Agorafobia ou 300.01 Transtorno de Pânico Sem Agorafobia (Critério B).

Um Ataque de Pânico inesperado (espontâneo, não evocado) é definido como aquele que não está associado a um ativador situacional (isto é, ocorre “vindo do nada”). Pelo menos dois Ataques de Pânico inesperados são necessários para o diagnóstico, mas a maioria dos indivíduos tem um número consideravelmente maior de ataques. 

Os indivíduos com Transtorno de Pânico com freqüência também têm Ataques de Pânico predispostos por situações (isto é, aqueles mais propensos a ocorrer em, mas não invariavelmente associados com, exposição a um ativador situacional). Ataques ligados a situações (isto é, aqueles que ocorrem quase que invariável e imediatamente na exposição a um ativador situacional) podem ocorrer, mas são menos comuns.

A freqüência e a gravidade dos Ataques de Pânico variam amplamente. Por exemplo, alguns indivíduos têm ataques moderadamente freqüentes (por ex., 1 vez por semana) que ocorrem regularmente, por meses seguidos. Outros citam surtos breves de ataques mais freqüentes (por ex., diariamente por uma semana), separados por semanas ou meses sem quaisquer ataques ou com ataques menos freqüentes (por ex. dois por mês) durante muitos anos.

Os ataques com sintomas limitados (isto é, ataques idênticos a Ataques de Pânico “completos”, exceto pelo fato de que o medo e ansiedade súbitos são acompanhados por menos de 4 dos 13 sintomas adicionais) são muito comuns em indivíduos com Transtorno de Pânico. 

Embora a distinção entre Ataques de Pânico completos e ataques com sintomas limitados seja um tanto arbitrária, os Ataques de Pânico completos estão associados com maior morbidade. A maior parte dos indivíduos que têm ataques com sintomas limitados teve Ataques de Pânico completos em algum momento durante o curso do transtorno.

Os indivíduos com Transtorno de Pânico apresentam, caracteristicamente, preocupações acerca das implicações ou conseqüências dos Ataques de Pânico. Alguns temem que os ataques indiquem a presença de uma doença não diagnosticada e ameaçadora à vida (por ex., cardiopatia, transtorno convulsivo). 

Apesar de repetidos exames e garantias médicas, eles podem permanecer temerosos e não se convencer de que não têm uma doença ameaçadora à vida. Os ataques são percebidos como uma indicação de que estão “ficando loucos” ou perdendo o controle, ou de que são emocionalmente fracos. Alguns indivíduos com Ataques de Pânico recorrentes mudam significativamente seu comportamento (por ex., demitem-se do emprego) em resposta aos ataques, mas negam o medo de terem um outro ataque ou preocupações acerca das conseqüências de seus Ataques de Pânico. 

As preocupações acerca do próximo ataque ou suas implicações freqüentemente estão associadas com o desenvolvimento de um comportamento de esquiva que pode satisfazer os critérios para Agorafobia, diagnosticando-se, neste caso, um Transtorno de Pânico Com Agorafobia.

Fonte: DSM.IV

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Transtorno de Pesadelo

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A característica essencial do Transtorno de Pesadelo é a ocorrência repetida de sonhos assustadores que levam ao despertar (Critério A). O indivíduo torna-se plenamente alerta ao despertar (Critério B). 

Os sonhos assustadores ou as interrupções do sono resultantes dos despertares causam sofrimento significativo ao indivíduo ou acarretam disfunção social ou ocupacional (Critério C). 

Este transtorno não é diagnosticado se os pesadelos ocorrem exclusivamente durante o curso de outro transtorno mental ou se se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., droga de abuso ou medicamento) ou de uma condição médica geral (Critério D).

Os pesadelos tipicamente ocorrem em uma seqüência onírica extensa e elaborada, sendo altamente indutores de ansiedade ou aterrorizantes. O conteúdo do sonho focaliza, mais comumente, um perigo físico iminente para o indivíduo (por ex., perseguições, ataques, ferimentos). Em outros casos, o perigo percebido pode ser mais sutil, envolvendo fracasso ou embaraço social. 

Os pesadelos que ocorrem após experiências traumáticas podem replicar uma situação originalmente perigosa ou ameaçadora, mas a maioria dos pesadelos não reconta eventos reais. Ao despertar, os indivíduos com este transtorno podem descrever detalhadamente a seqüência e o conteúdo do sonho. 

Os indivíduos podem referir múltiplos pesadelos em uma determinada noite, muitas vezes com um tema recorrente. Os pesadelos surgem quase que exclusivamente durante o sono REM. Uma vez que os episódios REM ocorrem periodicamente durante todo o sono noturno (aproximadamente a cada 90-110 minutos), os pesadelos também podem ocorrer a qualquer momento durante o episódio de sono. 

Entretanto, uma vez que os períodos de sono REM tipicamente se tornam mais longos, e a atividade onírica, mais intensa, na segunda metade da noite, os pesadelos também tendem mais a ocorrer tardiamente, durante a noite.

Os pesadelos em geral terminam com um despertar associado com um rápido retorno a um pleno estado de alerta e um sentimento persistente de ansiedade ou medo. Esses fatores freqüentemente trazem uma dificuldade para voltar a dormir. 

É mais comum que o Transtorno de Pesadelo cause sofrimento subjetivo significativo, do que um prejuízo social ou ocupacional demonstrável. 

Entretanto, se os despertares noturnos são freqüentes, ou se o indivíduo evita dormir por causa de seu medo de ter pesadelos, pode haver sonolência excessiva, fraca concentração, depressão, ansiedade ou irritabilidade, perturbando o funcionamento diurno.

Fonte: DSM.IV

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Transtorno de Aversão Sexual

A característica essencial do Transtorno de Aversão Sexual é a aversão e esquiva ativa do contato sexual genital com um parceiro sexual (Critério A). A perturbação deve causar acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal (Critério B). A disfunção não é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto outra Disfunção Sexual) (Critério C). 

O indivíduo relata ansiedade, medo ou repulsa ao se defrontar com uma oportunidade sexual com um parceiro. A aversão ao contato genital pode concentrar-se em um determinado aspecto da experiência sexual (por ex., secreções genitais, penetração vaginal). 

Alguns indivíduos experimentam repulsa generalizada a quaisquer estímulos sexuais, inclusive beijos e toques. A intensidade da reação do indivíduo quando exposto aos estímulos aversivos pode variar desde uma ansiedade moderada e falta de prazer, até um extremo sofrimento psicológico.

Subtipos
Os subtipos são oferecidos para indicar início (Ao Longo da Vida versus Adquirido), contexto (Generalizado versus Situacional) e fatores etiológicos (Devido a Fatores Psicológicos, Devido a Fatores Combinados), para o Transtorno de Aversão Sexual

Características e Transtornos Associados
Ao se defrontarem com uma situação sexual, alguns indivíduos com Transtorno de Aversão Sexual severo podem experimentar Ataques de Pânico, com extrema ansiedade, sensações de terror, desmaio, náusea, palpitações, tonturas e dificuldades respiratórias. Pode haver um acentuado prejuízo nas relações interpessoais (por ex., insatisfação conjugal). 

Os indivíduos podem evitar situações sexuais ou parceiros sexuais em potencial mediante estratégias veladas (por ex., dormir cedo, viajar, negligenciar a aparência pessoal, usar substâncias ou envolver-se com atividades de trabalho, sociais ou familiares).

Fonte DSM IV

Tratamento para transtorno de aversão sexual com hipnose em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

Tratamento para transtorno de aversão sexual é com hipnose ericksoniana em Campinas- Milena Ferreira 19 999229272

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TOC- Transtorno Obsessivo Compulsivo

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As características essenciais do TOC- Transtorno Obsessivo-Compulsivo são obsessões ou compulsões recorrentes suficientemente severas para consumirem tempo (isto é, consomem mais de uma hora por dia) ou causar sofrimento acentuado ou prejuízo significativo.

Em algum ponto durante o curso do transtorno, o indivíduo reconheceu que as obsessões ou compulsões são excessivas ou irracionais. 

As obsessões são idéias, pensamentos, impulsos ou imagens persistentes, que são vivenciados como intrusivos e inadequados e causam acentuada ansiedade ou sofrimento. A qualidade intrusiva e inadequada das obsessões é chamada de “ego-distônica”.

O termo refere-se ao sentimento do indivíduo de que o conteúdo da obsessão é estranho, não está dentro de seu próprio controle nem é a espécie de pensamento que ele esperaria ter. Entretanto, ele é capaz de reconhecer que as obsessões são produto de sua própria mente e não impostas a partir do exterior (como na inserção de pensamento).

As obsessões mais comuns são pensamentos repetidos acerca de contaminação (por ex., ser contaminado em apertos de mãos), dúvidas repetidas (por ex., imaginar se foram executados certos atos, tais como ter machucado alguém em um acidente de trânsito ou ter deixado uma porta destrancada), uma necessidade de organizar as coisas em determinada ordem (por ex., intenso sofrimento quando os objetos estão desordenados ou assimétricos), impulsos agressivos ou horrorizastes (por ex., de machucar o próprio filho ou gritar uma obscenidade na igreja) e imagens sexuais (por ex., uma imagem pornográfica recorrente).

Os pensamentos, impulsos ou imagens não são meras preocupações excessivas acerca de problemas da vida real (por ex., preocupação com dificuldades atuais, como problemas financeiros, profissionais ou escolares) e não tendem a estar relacionados a um problema da vida real.

O indivíduo com obsessões em geral tenta ignorar ou suprimir esses pensamentos ou impulsos ou neutralizá-los com algum outro pensamento ou ação (isto é, uma compulsão). Um indivíduo assaltado por dúvidas acerca de ter desligado o gás do fogão, por exemplo, procura neutralizá-las verificando repetidamente para assegurar-se de que o fogão está desligado.

As compulsões são comportamentos repetitivos (por ex., lavar as mãos, ordenar, verificar) ou atos mentais (por ex., orar, contar, repetir palavras em silêncio) cujo objetivo é prevenir ou reduzir a ansiedade ou sofrimento, ao invés de oferecer prazer ou gratificação.

Na maioria dos casos, a pessoa sente-se compelida a executar a compulsão para reduzir o sofrimento que acompanha uma obsessão ou para evitar algum evento ou situação temida. Por exemplo: os indivíduos com obsessões de contaminação podem reduzir seu sofrimento mental lavando as mãos a ponto de irritarem a pele; os indivíduos afligidos por obsessões de terem deixado uma porta destrancada podem ser levados a verificar repetidamente a fechadura, em intervalos de minutos; indivíduos afligidos por pensamentos blasfemos e indesejados podem encontrar alívio contando até 10 em ordem crescente e decrescente, 100 vezes por cada pensamento.

Em alguns casos, os indivíduos realizam atos rígidos ou estereotipados de acordo com regras idiossincraticamente elaboradas, sem serem capazes de indicar por que os estão executando. Por definição, as compulsões ou são claramente excessivas, ou não têm conexão realista com o que visam a neutralizar ou evitar. As compulsões mais comuns envolvem lavar e limpar, contar, verificar, solicitar ou exigir garantias, repetir ações e colocar objetos em ordem.

Por definição, os adultos com Transtorno Obsessivo-Compulsivo-TOC reconheceram, em algum ponto, que as obsessões ou compulsões são excessivas ou irracionais. Esta exigência não se aplica a criança, pois lhes falta consciência cognitiva suficiente para tal discernimento. Entretanto, mesmo em adultos, existe uma ampla faixa de insight quanto à racionalidade das obsessões e compulsões. Alguns indivíduos não têm certeza quanto à racionalidade de suas obsessões ou compulsões, podendo o insight de um determinado indivíduo variar em diferentes momentos e situações. Por exemplo, a pessoa pode reconhecer que uma compulsão de contaminação é irracional ao discuti-la em uma “situação segura” (por ex., no consultório do terapeuta), mas não quando forçada a manusear dinheiro.

Nos momentos em que o indivíduo reconhece que as obsessões e compulsões são irrealistas, ele pode desejar ou tentar resistir a elas. Ao fazê-lo, pode ter a sensação de crescente ansiedade ou tensão freqüentemente aliviada cedendo à compulsão. No curso do transtorno, depois de repetidos fracassos em resistir às obsessões ou compulsões, o indivíduo pode ceder a elas, não mais experimentar um desejo de resistir e incorporá-las em suas rotinas diárias.

As obsessões ou compulsões devem causar acentuado sofrimento, consumir tempo (mais de 1 hora por dia) ou interferir significativamente na rotina normal, funcionamento ocupacional, atividades sociais habituais ou relacionamentos do indivíduo.

As obsessões ou compulsões podem substituir um comportamento útil e gratificante e perturbar em muito o funcionamento geral.

Uma vez que intrusões obsessivas podem provocar distração, elas freqüentemente resultam em desempenho ineficiente em tarefas cognitivas que exigem concentração, tais como leitura situações que provocam obsessões ou compulsões. Esta esquiva pode tornar-se extensiva e restringir severamente o funcionamento geral.

Características
Características descritivas e transtornos mentais associados. Freqüentemente, existe esquiva de situações que envolvam o conteúdo das obsessões, tais como sujeira ou contaminação. Por exemplo, uma pessoa com obsessões envolvendo sujeira pode evitar banheiros públicos ou cumprimentar a estranhos.

Preocupações hipocondríacas são comuns, com repetidas consultas a médicos em busca de garantias. Culpa, um sentimento patológico de responsabilidade e perturbações do sono pode estar presente. Pode haver uso excessivo de álcool ou medicamentos sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos.

A execução das compulsões pode tornar-se uma importante atividade na vida da pessoa, levando a séria deficiência no relacionamento conjugal, ocupacional ou social. A esquiva generalizada pode confinar o indivíduo ao lar.

Características Específicas à Cultura.
O comportamento ritual prescrito pela cultura não indica, em si mesmo, um Transtorno Obsessivo-Compulsivo, a menos que exceda as normas culturais, ocorra em momentos e locais considerados impróprios por outros indivíduos da mesma cultura e interfira no funcionamento social. Importantes transições vitais e o luto podem levar a uma intensificação do comportamento ritualístico, podendo parecer uma obsessão ao clínico não familiarizado com o contexto cultural.

As apresentações do Transtorno Obsessivo-Compulsivo em crianças geralmente são similares àquelas da idade adulta. Lavagens, verificação e rituais de organização são particularmente comuns em crianças. As crianças em geral não solicitam ajuda, e os sintomas podem não ser ego-distônicos.

Com maior freqüência, o problema é identificado pelos pais, que levam a criança a tratamento. Declínios graduais no rendimento escolar, secundários ao prejuízo da capacidade de concentração, têm sido relatados. Como os adultos, as crianças tendem mais a envolver-se em rituais em casa do que na frente de seus pares, de professores ou estranhos.
Este transtorno é igualmente comum nos dois sexos.

Curso
Embora o Transtorno Obsessivo-Compulsivo em geral inicie na adolescência ou começo da idade adulta, ele pode aparecer na infância. A idade modal de início é mais precoce para os homens, a saber, entre os 6 e os 15 anos para os homens e entre os 20 e os 29 anos para as mulheres.

Com maior freqüência, o início é gradual, mas um início agudo é observado em alguns casos. A maioria dos indivíduos tem um curso crônico de vaivém dos sintomas, com exacerbações possivelmente relacionadas ao estresse. Cerca de 15% apresentam deterioração progressiva no funcionamento profissional e social. Cerca de 5% têm um curso episódico, com sintomas mínimos ou ausentes entre os episódios.
O Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva não se caracteriza pela presença de obsessões ou compulsões, sendo que, ao invés disso, envolve um padrão invasivo de preocupação com organização, perfeccionismo e controle e deve iniciar-se nos primeiros anos da idade adulta. Se um indivíduo manifesta sintomas tanto de Transtorno Obsessivo-Compulsivo quanto de Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva, ambos os diagnósticos podem ser dados.

As superstições e os comportamentos repetitivos de verificação são encontrados com freqüência na vida cotidiana. Um diagnóstico de Transtorno Obsessivo-Compulsivo deve ser considerado apenas se houver um consumo de tempo considerável ou se decorrer daí um prejuízo ou sofrimento clinicamente significativos.

Fonte: DSM IV

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