Hipnose pode fazer bem à saúde: conheça o método hoje respeitado

Considerada uma arte charlatã no passado, hoje a hipnose é apoiada por muitas pesquisas, e os hipnotizadores são membros respeitados da comunidade médica.

Longe de ser um truque, a técnica é principalmente utilizada de duas maneiras: em shows, nos quais hipnotizadores animam audiências induzindo voluntários em transe e fazendo-os executar tarefas ridículas, como cacarejar como galinhas, e para tratamentos de hipnoterapia bem conceituados.
Segundo psicólogos da Universidade de Stanford, a grande maioria das pessoas pode ser pelo menos um pouco hipnotizada. Eles até desenvolveram escalas, de 0 a 12, com base na capacidade de resposta das pessoas às sugestões do hipnotizador.
Durante uma pesquisa, apenas 5% das pessoas receberam a pontuação 0 nas escalas de Stanford, ou seja, não responderam a nenhuma das sugestões hipnóticas. Outro pequeno grupo recebeu a pontuação máxima, respondendo a todas elas. A maioria das pessoas se encaixa solidamente na faixa de 5 a 7 na escala.
Da mesma forma que as pontuações de QI, as pessoas mantêm a mesma avaliação de susceptibilidade hipnótica durante sua vida adulta. Isso e o fato de que gêmeos idênticos muitas vezes recebem a mesma classificação sugerem que hipnotizabilidade é uma propriedade inerente e hereditária da psique humana.
Os métodos de induzir a hipnose variam. Segundo uma hipnotizadora, uma das formas de começar um transe é com uma série de sugestões (por exemplo, pedir que o paciente respire lenta e profundamente) que resultam em um estado de calma profunda.
Segundo os especialistas, um transe hipnótico não é terapêutico em si, mas sugestões específicas e imagens alimentadas em transe podem alterar profundamente o comportamento de alguém.
A hipnose pode ser usada para ajudar pacientes a perderem peso e pararem de fumar, e oncologistas já usaram o método para facilitar o processo de cura no pós-cirúrgico de pacientes com câncer de mama.
Assim como muitos fenômenos cerebrais, os cientistas não sabem exatamente como funciona o hipnotismo, mas graças a recentes exames de eletroencefalografia do cérebro hipnotizado, pesquisadores descobriram que a hipnose e a meditação têm perfis neurofisiológicos semelhantes.
Durante os dois, ondas rápidas de atividade cerebral que se correlacionam com o pensamento e a transformação diminuem, enquanto a atividade de ondas lentas, que ocorre durante o relaxamento e o foco, aumenta.
No tratamento da dor crônica, a hipnose é muito útil, pois a dor é processada na cabeça. Primeiro é registrada no córtex sensorial, e em seguida o córtex pré-frontal lhe dá sentido. O pânico e o estresse são resultados da dor que ocorrem no tálamo e outros locais.
Cerca de 80% dos pacientes hipnotizados relatam uma diminuição na dor durante as sessões, e para 50% a queda dura até horas depois. Ao praticar a meditação por si só, muitos pacientes aprendem a tratar sua própria dor automaticamente.
Isso acontece porque, durante a hipnose, pode-se pedir às pessoas que imaginem que a sensação que provoca dor extrema é menor, e não é incômoda. Imediatamente se vê uma diminuição da atividade no córtex pré-frontal e outras partes, de forma que o paciente altera o sentido que seu cérebro dá à dor.

                                                                                                                                          Fonte: LifesLittleMysteries

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Atletas contam como o pensamento positivo ajuda a completar provas

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Durante a maior prova de corrida de aventura das Américas, o Ecomotion/Pro, Frederico Gall e sua equipe, Oskalunga, pensaram em desistir três vezes. Eles começaram na frente, mas depois de 12 horas brigando pela primeira posição tiveram de parar por cinco horas. Tempo suficiente para colocá-los na 18ª posição e levá-los a considerar abandonar a competição. “Mas tivemos uma grande surpresa e fomos campeões”, conta Frederico, ou Lico, como é chamado pelos amigos.

Um dos segredos para conseguir um resultado inacreditável como esse é manter a cabeça no lugar. Soa simples, mas Lico explica que, na hora em que o atleta está passando fome, com sono e sem saber se está no caminho certo, até o que parece fácil se torna difícil. “Pensamos em parar, o que nos salvou foi a nossa equipe de apoio, que foi nos mostrando que éramos capazes. Quando parávamos e víamos o esforço que eles faziam para que a gente continuasse, ganhávamos força e a concentração voltava”, explica.

Vencer uma barreira e levar o desafio adiante é o que faz o esportista ficar mais confiante, na opinião de Lico. “Queremos sempre uma coisa maior, mais emoção. Isso é uma responsabilidade comigo mesmo. Por mais que tenha pedra no caminho, não podemos desistir”, filosofa. “O objetivo, muitas vezes, não é nem ser campeão, mas sair vencedor do seu próprio limite.”

Esse é o mesmo pensamento do maratonista e advogado Glauco Santos, 38 anos. A corrida de longa distância já virou parte da sua rotina. O tempo que o advogado gasta para terminar um percurso de 42km é suficiente para pensar em muita coisa. Mas raramente sobra espaço para focar na dor, no cansaço ou em qualquer outra adversidade. “O momento da prova é de êxtase, de testar o corpo, a mente e de vencer o desafio. Nos minutos mais dolorosos, eu penso na minha família, no exemplo que tenho que dar aos meus dois filhos. Se está doendo muito, é hora de pensar positivamente”, ensina.

A reta final de uma competição costuma ser o momento mais sofrido para quem está na briga por um título. Reinaldo Colucci é um dos que passou por um momento de superação, recentemente, na conquista do ouro nos jogos Pan-americanos. O triatleta percorreu 1,5 km de natação, 39 km de bicicleta e 10 km de maratona em 1 hora, 48 minutos e 2 segundos, apenas 14 segundos mais rápido que o segundo lugar. Segundo ele, foram momentos de muito pensamento positivo. “Eu já estava esgotado, mas minha cabeça estava lá, só conseguia pensar que estava tão perto e que eu tinha chances. Mirei na vitória e esqueci meus adversários. Acho que é isso o que temos que fazer”.

Quase uma hipnose

O que passa na mente do esportista na hora de uma disputa pode levá-lo tanto para o topo quanto para baixo. É isso o que argumenta a presidente da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte, Alessandra Dutra. Para ela, a parte mental é tão fundamental quanto a preparação física. “O que vai separar o campeão do perdedor é a capacidade de controle”, pontua.

Quem compete em provas de longa distância, além de treinar fisicamente, tem que trabalhar a concentração. Isso inclui aprender a se automotivar e a ter coesão entre o corpo e a mente. Alessandra explica que, se o foco cede espaço à fadiga, o ritmo cai. “Para que isso não aconteça, é preciso criar um processo de hipnose em que se baixa o nível de consciência para não sentir a dor. É preciso fazer um trabalho de meditação e controle mental para não pensar em nada. Nessa hora, o atleta deve saber gerenciar o pensamento, o foco e o relaxamento para não entrar em estafa mental”.

                                                                                                                                      Fonte: Correio Brasiliense

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Transtornos do Humor

Para melhor entendimento, veja abaixo a sinópse dos quadros relacionados aos Transtornos do Humor.

Transtorno Depressivo Maior se caracteriza por um ou mais Episódios Depressivos Maiores (isto é, pelo menos 2 semanas de humor deprimido ou perda de interesse, acompanhados por pelo menos quatro sintomas adicionais de depressão).

Transtorno Distímico caracteriza-se por pelo menos 2 anos de humor deprimido na maior parte do tempo, acompanhado por sintomas depressivos adicionais que não satisfazem os critérios para um Episódio Depressivo Maior. 

Transtorno Depressivo Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos com características depressivas que não satisfazem os critérios para Transtorno Depressivo Maior, Transtorno Distímico, Transtorno de Ajustamento com Humor Deprimido ou Transtorno de Ajustamento Misto de Ansiedade e Depressão (ou sintomas depressivos acerca dos quais existem informações inadequadas ou contraditórias). 

Transtorno Bipolar I é caracterizado por um ou mais Episódios Maníacos ou Mistos, geralmente acompanhados por Episódios Depressivos Maiores.

Transtorno Bipolar II caracteriza-se por um ou mais Episódios Depressivos Maiores, acompanhado por pelo menos um Episódio Hipomaníaco.

Transtorno Ciclotímico é caracterizado por pelo menos 2 anos com numerosos períodos de sintomas hipomaníacos que não satisfazem os critérios para um Episódio Maníaco e numerosos períodos de sintomas depressivos que não satisfazem os critérios para um Episódio Depressivo Maior.

Transtorno Bipolar Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos com aspectos bipolares que não satisfazem os critérios para qualquer dos Transtornos Bipolares específicos definidos nesta seção (ou sintomas bipolares acerca dos quais há informações inadequadas ou contraditórias).

Um Transtorno do Humor Devido a uma Condição Médica Geral é caracterizado por uma perturbação proeminente e persistente do humor, considerada uma conseqüência fisiológica direta de uma condição médica geral. 

Um Transtorno do Humor Induzido por Substância caracteriza-se por uma perturbação proeminente e persistente do humor, considerada uma conseqüência fisiológica direta de uma droga de abuso, um medicamento, outro tratamento somático para a depressão ou exposição a uma toxina. 

Transtorno do Humor Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos com sintomas de humor que não satisfazem os critérios para qualquer Transtorno do Humor específico, e nos quais é difícil escolher entre Transtorno Depressivo Sem Outra Especificação e Transtorno Bipolar Sem Outra Especificação (por ex., agitação aguda). 

Fonte: DSM.IV

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TOC- Transtorno Obsessivo Compulsivo

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As características essenciais do TOC- Transtorno Obsessivo-Compulsivo são obsessões ou compulsões recorrentes suficientemente severas para consumirem tempo (isto é, consomem mais de uma hora por dia) ou causar sofrimento acentuado ou prejuízo significativo.

Em algum ponto durante o curso do transtorno, o indivíduo reconheceu que as obsessões ou compulsões são excessivas ou irracionais. 

As obsessões são idéias, pensamentos, impulsos ou imagens persistentes, que são vivenciados como intrusivos e inadequados e causam acentuada ansiedade ou sofrimento. A qualidade intrusiva e inadequada das obsessões é chamada de “ego-distônica”.

O termo refere-se ao sentimento do indivíduo de que o conteúdo da obsessão é estranho, não está dentro de seu próprio controle nem é a espécie de pensamento que ele esperaria ter. Entretanto, ele é capaz de reconhecer que as obsessões são produto de sua própria mente e não impostas a partir do exterior (como na inserção de pensamento).

As obsessões mais comuns são pensamentos repetidos acerca de contaminação (por ex., ser contaminado em apertos de mãos), dúvidas repetidas (por ex., imaginar se foram executados certos atos, tais como ter machucado alguém em um acidente de trânsito ou ter deixado uma porta destrancada), uma necessidade de organizar as coisas em determinada ordem (por ex., intenso sofrimento quando os objetos estão desordenados ou assimétricos), impulsos agressivos ou horrorizastes (por ex., de machucar o próprio filho ou gritar uma obscenidade na igreja) e imagens sexuais (por ex., uma imagem pornográfica recorrente).

Os pensamentos, impulsos ou imagens não são meras preocupações excessivas acerca de problemas da vida real (por ex., preocupação com dificuldades atuais, como problemas financeiros, profissionais ou escolares) e não tendem a estar relacionados a um problema da vida real.

O indivíduo com obsessões em geral tenta ignorar ou suprimir esses pensamentos ou impulsos ou neutralizá-los com algum outro pensamento ou ação (isto é, uma compulsão). Um indivíduo assaltado por dúvidas acerca de ter desligado o gás do fogão, por exemplo, procura neutralizá-las verificando repetidamente para assegurar-se de que o fogão está desligado.

As compulsões são comportamentos repetitivos (por ex., lavar as mãos, ordenar, verificar) ou atos mentais (por ex., orar, contar, repetir palavras em silêncio) cujo objetivo é prevenir ou reduzir a ansiedade ou sofrimento, ao invés de oferecer prazer ou gratificação.

Na maioria dos casos, a pessoa sente-se compelida a executar a compulsão para reduzir o sofrimento que acompanha uma obsessão ou para evitar algum evento ou situação temida. Por exemplo: os indivíduos com obsessões de contaminação podem reduzir seu sofrimento mental lavando as mãos a ponto de irritarem a pele; os indivíduos afligidos por obsessões de terem deixado uma porta destrancada podem ser levados a verificar repetidamente a fechadura, em intervalos de minutos; indivíduos afligidos por pensamentos blasfemos e indesejados podem encontrar alívio contando até 10 em ordem crescente e decrescente, 100 vezes por cada pensamento.

Em alguns casos, os indivíduos realizam atos rígidos ou estereotipados de acordo com regras idiossincraticamente elaboradas, sem serem capazes de indicar por que os estão executando. Por definição, as compulsões ou são claramente excessivas, ou não têm conexão realista com o que visam a neutralizar ou evitar. As compulsões mais comuns envolvem lavar e limpar, contar, verificar, solicitar ou exigir garantias, repetir ações e colocar objetos em ordem.

Por definição, os adultos com Transtorno Obsessivo-Compulsivo-TOC reconheceram, em algum ponto, que as obsessões ou compulsões são excessivas ou irracionais. Esta exigência não se aplica a criança, pois lhes falta consciência cognitiva suficiente para tal discernimento. Entretanto, mesmo em adultos, existe uma ampla faixa de insight quanto à racionalidade das obsessões e compulsões. Alguns indivíduos não têm certeza quanto à racionalidade de suas obsessões ou compulsões, podendo o insight de um determinado indivíduo variar em diferentes momentos e situações. Por exemplo, a pessoa pode reconhecer que uma compulsão de contaminação é irracional ao discuti-la em uma “situação segura” (por ex., no consultório do terapeuta), mas não quando forçada a manusear dinheiro.

Nos momentos em que o indivíduo reconhece que as obsessões e compulsões são irrealistas, ele pode desejar ou tentar resistir a elas. Ao fazê-lo, pode ter a sensação de crescente ansiedade ou tensão freqüentemente aliviada cedendo à compulsão. No curso do transtorno, depois de repetidos fracassos em resistir às obsessões ou compulsões, o indivíduo pode ceder a elas, não mais experimentar um desejo de resistir e incorporá-las em suas rotinas diárias.

As obsessões ou compulsões devem causar acentuado sofrimento, consumir tempo (mais de 1 hora por dia) ou interferir significativamente na rotina normal, funcionamento ocupacional, atividades sociais habituais ou relacionamentos do indivíduo.

As obsessões ou compulsões podem substituir um comportamento útil e gratificante e perturbar em muito o funcionamento geral.

Uma vez que intrusões obsessivas podem provocar distração, elas freqüentemente resultam em desempenho ineficiente em tarefas cognitivas que exigem concentração, tais como leitura situações que provocam obsessões ou compulsões. Esta esquiva pode tornar-se extensiva e restringir severamente o funcionamento geral.

Características
Características descritivas e transtornos mentais associados. Freqüentemente, existe esquiva de situações que envolvam o conteúdo das obsessões, tais como sujeira ou contaminação. Por exemplo, uma pessoa com obsessões envolvendo sujeira pode evitar banheiros públicos ou cumprimentar a estranhos.

Preocupações hipocondríacas são comuns, com repetidas consultas a médicos em busca de garantias. Culpa, um sentimento patológico de responsabilidade e perturbações do sono pode estar presente. Pode haver uso excessivo de álcool ou medicamentos sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos.

A execução das compulsões pode tornar-se uma importante atividade na vida da pessoa, levando a séria deficiência no relacionamento conjugal, ocupacional ou social. A esquiva generalizada pode confinar o indivíduo ao lar.

Características Específicas à Cultura.
O comportamento ritual prescrito pela cultura não indica, em si mesmo, um Transtorno Obsessivo-Compulsivo, a menos que exceda as normas culturais, ocorra em momentos e locais considerados impróprios por outros indivíduos da mesma cultura e interfira no funcionamento social. Importantes transições vitais e o luto podem levar a uma intensificação do comportamento ritualístico, podendo parecer uma obsessão ao clínico não familiarizado com o contexto cultural.

As apresentações do Transtorno Obsessivo-Compulsivo em crianças geralmente são similares àquelas da idade adulta. Lavagens, verificação e rituais de organização são particularmente comuns em crianças. As crianças em geral não solicitam ajuda, e os sintomas podem não ser ego-distônicos.

Com maior freqüência, o problema é identificado pelos pais, que levam a criança a tratamento. Declínios graduais no rendimento escolar, secundários ao prejuízo da capacidade de concentração, têm sido relatados. Como os adultos, as crianças tendem mais a envolver-se em rituais em casa do que na frente de seus pares, de professores ou estranhos.
Este transtorno é igualmente comum nos dois sexos.

Curso
Embora o Transtorno Obsessivo-Compulsivo em geral inicie na adolescência ou começo da idade adulta, ele pode aparecer na infância. A idade modal de início é mais precoce para os homens, a saber, entre os 6 e os 15 anos para os homens e entre os 20 e os 29 anos para as mulheres.

Com maior freqüência, o início é gradual, mas um início agudo é observado em alguns casos. A maioria dos indivíduos tem um curso crônico de vaivém dos sintomas, com exacerbações possivelmente relacionadas ao estresse. Cerca de 15% apresentam deterioração progressiva no funcionamento profissional e social. Cerca de 5% têm um curso episódico, com sintomas mínimos ou ausentes entre os episódios.
O Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva não se caracteriza pela presença de obsessões ou compulsões, sendo que, ao invés disso, envolve um padrão invasivo de preocupação com organização, perfeccionismo e controle e deve iniciar-se nos primeiros anos da idade adulta. Se um indivíduo manifesta sintomas tanto de Transtorno Obsessivo-Compulsivo quanto de Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva, ambos os diagnósticos podem ser dados.

As superstições e os comportamentos repetitivos de verificação são encontrados com freqüência na vida cotidiana. Um diagnóstico de Transtorno Obsessivo-Compulsivo deve ser considerado apenas se houver um consumo de tempo considerável ou se decorrer daí um prejuízo ou sofrimento clinicamente significativos.

Fonte: DSM IV

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Insônia

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A característica essencial da Insônia Primária é uma queixa de dificuldade para iniciar ou manter o sono ou de um sono não reparador, que dura no mínimo 1 mês e causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. 

O distúrbio do sono não ocorre exclusivamente durante o curso de outro transtorno do sono ou de outro transtorno mental, nem se deve aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância ou de uma condição médica geral.

Os indivíduos com Insônia Primária relatam, mais comumente, uma combinação de dificuldade em conciliar o sono e despertares intermitentes. Com menor freqüência, esses indivíduos podem queixar-se apenas de terem um sono não reparador, isto é, uma sensação de que seu sono foi inquieto, leve ou de má qualidade. 

A Insônia Primária está associada, freqüentemente, com maior excitação fisiológica ou psicológica à hora de dormir, em combinação com um condicionamento negativo para o sono. 

Uma acentuada preocupação e sofrimento devido à incapacidade de dormir podem contribuir para o desenvolvimento de um círculo vicioso: quanto mais o indivíduo luta para conciliar o sono, mais fica frustrado e aflito, e menos é capaz de adormecer. 

Permanecer deitado em uma cama onde o indivíduo já passou freqüentes noites insones pode causar frustração e vigília condicionada. Inversamente, o indivíduo pode adormecer com maior facilidade quando não tenta fazê-lo (por ex., enquanto assiste televisão, lê ou anda de carro). 

Alguns indivíduos com maior excitabilidade e condicionamento negativo relatam que dormem melhor quando afastados de seus próprios quartos e de suas rotinas habituais. A insônia crônica pode levar a uma redução das sensações de bem-estar durante o dia (por ex., deterioração do humor e motivação; menor atenção, energia e concentração e um aumento da fadiga e mal-estar). 

Embora os indivíduos muitas vezes tenham a queixa subjetiva de fadiga diurna, os estudos polissonográficos geralmente não demonstram um aumento dos sinais fisiológicos de sonolência.

Fonte: DSM.IV

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Bruxismo ( ranger de dentes)

bruxismo

 

O bruxismo é caracterizado pelo ranger de dentes. São movimentos involuntários que, geralmente ocorrem durante o sono, provocando desgaste, podendo, até mesmo, quebrar o dente.

As causas do bruxismo podem ser físicas ou, em maior parte, emocionais. Estas tensões que causam o ranger de dentes, podem estar associadas a sentimentos de ansiedade, raiva, medo, etc.

Com o uso da hipnose o paciente pode tratar as causas das tensões, aprendendo a ter uma melhor qualidade de vida e a expressar suas emoções de maneira mais saudável.

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Autoestima

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Autoestima significa entre outras definições, como a pessoa vê a si mesma, como avalia sua imagem por fora e por dentro, se é feliz ou triste, feia ou bonita,capaz ou incapaz, se tem mais sucessos ou insucessos, etc.

A baixa autoestima está baseada em uma série de vivências e crenças negativas a respeito de si e do mundo.

Quanto melhor a autoestima, mais a pessoa sentirá segurança para viver sua vida, tomar suas próprias decisões e alcançar suas metas, tornando-se mais livre, feliz e realizada.

A hipnose e a PNL ajudam o indivíduo a modificar algumas crenças e ressignificar alguma vivências de seu passado para que, assim, ele possa se sentir bem e prosseguir sua vida mais feliz e integrado.

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Alcançando metas com Coaching e PNL

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Mais um ano vai chegando ao fim e você pensa naqueles sonhos que sempre são temas de resoluções de fim de ano, mas que se tornaram, mais uma vez, arquivados. O que você tem feito para transformar seus sonhos em verdadeiras metas?

Com a ajuda do coaching de vida e da PNL é possível desenvolver e alcançar metas e objetivos levando a pessoa a uma realização de seus planos e sonhos.

As pessoas geralmente cometem alguns erros ao formularem suas metas, como quando constroem a meta numa linguagem negativa, por exemplo:” Não quero paralisar toda vez que for apresentar um trabalho em público”. Na verdade, toda vez que você formula alguma frase, você faz uma imagem do que está dizendo a si mesmo. Observe que, se eu pedir para você não pensar na estátua da liberdade, o que acontece? Provavelmente você pensou primeiro na estátua, para depois fazer algum esforço em desviar este pensamento, não é mesmo? Nossa mente não sabe muito bem diferenciar a imaginação de uma experiência da experiência vivida propriamente dita, é como se você estivesse se condicionando a obter o resultado que você pensa, pensando negativamente, ou positivamente. Por isto a meta deve ser sempre positiva. Por exemplo: Quero ficar mais calmo ao apresentar meus trabalhos em público.

Os objetivos devem ser apenas da pessoa que está criando e não para filhos, pais, parceiros ou parentes. Jamais formule uma meta para seu parceiro ser mais dedicado, seu filho passar no vestibular, etc.

Em outras palavras:

-Formule a meta de acordo com o que você quer e não com o que não quer.

-Imagine-se atingindo esta meta, como vai se sentir neste momento.

-Seja específico em relação à meta, formulando o que você deseja alcançar e em quanto tempo.

-A meta deve ser só sua, iniciada por você e deve depender apenas de você para chegar ao fim.

-Perceba se sua meta é ecológica, ou seja, se ela de fato é algo que você quer por razões só suas, como ela atinge você e as demais pessoas que o cercam, pois, a meta deve estar em harmonia com você.

Algumas vezes, aspectos inconscientes nos atrapalham no caminho para chegarmos até a meta. Se você deseja alcançar mais objetivos, crescer de modo saudável e obter mais realização pessoal, procure um psicólogo e coach de vida para ajudá-lo a superar as dificuldades que o impedem de obter novas conquistas neste momento de vida.

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Anorexia nervosa

anorexia

A anorexia nervosa, também simplesmente conhecida como anorexia, é um transtorno alimentar que provoca no indivíduo tanto medo de ganhar peso e/ou gordura corporal que ele(a) limitará severamente a quantidade de comida que ingere. Por vezes, os anoréxicos também fazem exercício em excesso, numa tentativa de queimar as calorias que ingeriram, para não ganharem peso extra. Mesmo quando se desgastam fisicamente, e os outros os acham doentiamente magros, os anoréxicos ainda acham que os seus corpos são muito pesados e continuam a comer tão pouco quanto possível. Infelizmente, sem nutrientes suficientes para os alimentar, os órgãos internos de um anoréxico podem falhar, podendo daí resultar a morte.

Sinais de Anorexia

Raramente um anoréxico reconhece o seu transtorno alimentar e procura ajuda, portanto cabe muitas vezes a familiares e amigos que suspeitam de anorexia nervosa procurar ajuda de profissionais. Muitos dos sinais que indicam anorexia incluem:

 Contagem obsessiva de calorias;

● Saltar refeições;

● Brincar com a comida no prato em vez de comer;

● Esconder comida (num guardanapo, debaixo de uma travessa, etc.) para evitar comê-la;

● Mentir quanto a já ter comido, numa tentativa de evitar uma refeição;

● Ingerir apenas um determinado tipo de comida;

● Fazer exercício em excesso, particularmente depois de uma refeição, ou “para abrir o apetite”;

● Perda dramática de peso;

● Excessivo interesse em questões relacionadas com peso, imagem corporal e jejum;

● Vestir (para esconder o corpo) roupa larga ou disforme;

● Baixos níveis de energia;

● Doenças frequentes;

● Sono excessivo;

● Reduzido ou inexistente apetite sexual.

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Agorafobia

agorafobia-sintomas

Uma vez que a Agorafobia ocorre no contexto de Transtorno de Pânico Com Agorafobia e Agorafobia Sem História de Transtorno de Pânico, o texto e o conjunto de critérios para Agorafobia são oferecidos em separado, nesta seção.

A característica essencial da Agorafobia é uma ansiedade acerca de estar em locais ou situações das quais escapar poderia ser difícil (ou embaraçoso) ou nas quais o auxílio pode não estar disponível na eventualidade de ter umAtaque de Pânico ou sintomas tipo pânico (por ex., medo de ter um ataque súbito de tontura ou um ataque súbito de diarréia) (Critério A).

A ansiedade tipicamente leva à esquiva global de uma variedade de situações, que podem incluir: estar sozinho fora de casa ou estar sozinho em casa; estar em meio a uma multidão; viajar de automóvel, ônibus ou avião, ou estar em uma ponte ou elevador.

Alguns indivíduos são capazes de se expor às situações temidas, mas enfrentam essas experiências com considerável temor. Freqüentemente, um indivíduo é mais capaz de enfrentar uma situação temida quando acompanhado por alguém de confiança (Critério B).

A esquiva de situações pode prejudicar a capacidade do indivíduo de ir ao trabalho ou realizar atividades cotidianas (por ex., fazer compras do dia-a-dia, levar os filhos ao médico). A ansiedade ou esquiva fóbica não é melhor explicada por um outro transtorno mental (Critério C).

O diagnóstico diferencial para distinguir entre Agorafobia e Fobia Social, Fobia Específica e Transtorno de Ansiedade de Separação severo pode ser difícil, uma vez que todas essas condições caracterizam-se pela esquiva de situações específicas.

As questões diagnósticas para casos limítrofes são discutidas nas seções “Diagnóstico Diferencial” dos textos para os transtornos dos quais o comportamento de esquiva é uma característica essencial ou associada.

Critérios para Agorafobia
Obs.: A Agorafobia não é um transtorno codificável.
Codificar o transtorno específico no qual ocorre a Agorafobia (por ex., F40.01 – 300.21 Transtorno de Pânico Com Agorafobia ou F40.0 – 300.22 Agorafobia Sem História de Transtorno de Pânico ).
A. Ansiedade acerca de estar em locais ou situações de onde possa ser difícil (ou embaraçoso) escapar ou onde o auxílio pode não estar disponível, na eventualidade de ter um Ataque de Pânico inesperado ou predisposto pela situação, ou sintomas tipo pânico. Os temores agorafóbicos tipicamente envolvem agrupamentos característicos de situações, que incluem: estar fora de casa desacompanhado; estar em meio a uma multidão ou permanecer em uma fila; estar em uma ponte; viajar de ônibus, trem ou automóvel.
Nota: Considerar o diagnóstico de Fobia Específica, se a esquiva se limita apenas a uma ou algumas situações específicas, ou de Fobia Social, se a esquiva se limita a situações sociais.

B. As situações são evitadas (por ex., viagens são restringidas) ou suportadas com acentuado sofrimento ou com ansiedade acerca de ter um Ataque de Pânico ou sintomas tipo pânico, ou exigem companhia.

C. A ansiedade ou esquiva agorafóbica não é melhor explicada por um outro transtorno mental, como
Fobia Social (por ex., a esquiva se limita a situações sociais pelo medo do embaraço), Fobia Específica (por ex., a esquiva se limita a uma única situação, como elevadores), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (por ex., esquiva à sujeira, em alguém com uma obsessão de contaminação), Transtorno de Estresse Pós-Traumático (por ex., esquiva de estímulos associados com um estressor severo) ou Transtorno de Ansiedade de Separação (por ex., esquiva a afastar-se do lar ou de parentes).

AGORAFOBIA SEM TRANSTORNO DE PÂNICO

Critérios Diagnósticos para F40.00 – 300.22 Agorafobia Sem História de Transtorno de Pânico
A. Presença de Agorafobia relacionada ao medo de desenvolver sintomas tipo pânico (por ex., tontura ou diarréia).
B. Jamais foram satisfeitos os critérios para Transtorno de Pânico
C. A perturbação não se deve aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.
D. Na presença de uma condição médica geral associada, o medo descrito no Critério A excede claramente aquele em geral associado com a condição.

Fonte: DSM IV

Tratamento com hipnose Ericksoniana em Campinas para agorafobia com ou sem transtorno de pânico 19 999229272

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